Consumidor 4.0 – A sua empresa está preparada para o consumidor digital?

Consumidor 4.0

Compreender o comportamento do Consumidor 4.0 ou Consumidor Digital, é primordial para que as marcas entendam o impacto das mudanças.

Ou seja, mudanças tecnológicas, econômicas e culturais, tanto dentro das empresas como no dia a dia dos consumidores.

Com todas essas mudanças e a transformação digital nos últimos tempos, novos hábitos de consumo surgiram, e consequentemente, “novos” consumidores.

Segundo dados divulgados no site da Neilpatel, 71% dos consumidores já encerraram o seu relacionamento com as marcas devido ao mau atendimento ao cliente.

Além disso, mundialmente, o valor médio de um cliente perdido equivale a US$ 243.

Diante de tantas informações, e por essa ser essencial para o consumidor 4.0, as marcas entenderam que o atendimento deveria ser priorizado.

Logo, o modo como estas lidam com os consumidores mudou, e manter um bom relacionamento se tornou regra para as marcas.

Neste artigo vamos apresentar:

  • A evolução dos consumidores
  • Quem é o consumidor 4.0 e suas características 
  • O que o consumidor 4.0 busca
  • Como conquistar o consumidor 4.0
  • Marketing para o consumidor 4.0
  • Estratégia Omnichannel 
  • Tendências do novo perfil de consumo 

Evolução dos Consumidores

Antes de explicarmos o que é o consumidor 4.0, precisamos entender como chegamos até aqui.

Já sabemos que os hábitos de consumo mudam constantemente, e com isso, surgem novos consumidores.

Todas essas mudanças estão relacionadas aos avanços tecnológicos, e o setor de marketing evoluiu muito nos últimos anos.

Aliás, podemos dizer que o marketing sempre foi realizado de diversas formas, pois em cada época os hábitos, comportamentos e demandas eram diferentes.

Logo, toda essa evolução foi marcada pelo o que chamamos de transição para a Era Digital, ou seja, mídias como rádio, TV e mídia impressa, passam a dividir o seu espaço com a internet.

Com isso, propagandas já não são mais o suficiente, os consumidores buscam por soluções e um bom atendimento.

Além disso, sabemos que criar um relacionamento com o nosso público, é essencial para um pós-venda de sucesso e fidelização do consumidor.

Segundo o professor Philip Kotler, considerado o pai do marketing, as marcas precisam criar estratégias com o objetivo de conectar o mundo online com o mundo offline.

Ou seja, usar a tecnologia a seu favor, de modo a adotar novos posicionamentos e assim seguirem ao lado dos seus consumidores.

Afinal, os consumidores atuais, buscam informações sobre tudo o que desejam antes de efetuar a compra, seja por meio das avaliações em sites ou redes sociais.

Portanto, a era digital transformou não só o cenário do consumo, mas também a realidade do consumidor. 

Confira a evolução ao longo dos anos.

Consumidor 1.0 – Foco no Produto em si

Esse consumidor buscava apenas resolver o seu problema, e esperava encontrar produtos que oferecessem a solução.

Como não haviam muitos concorrentes, logo, eles ficavam satisfeitos com o que era entregue. 

Além disso, eles tinham pouco acesso às informações, e não existia muita diferenciação entre os tipos de público.

Dessa forma, a segmentação não era um fator relevante para as marcas, assim como, as opiniões desse consumidor.

Esses buscavam apenas um produto ou serviço, e essa era a única relação entre eles e as marcas.

Consumidor 2.0 – Confronta as marcas

Esse consumidor surge junto com o avanço da comunicação publicitária.

Aqui, cresce a concorrência entre as marcas, o consumidor se torna mais exigente e enxerga o seu poder de escolha.

Afinal, se existe mais de uma marca vendendo o mesmo produto ou serviço, qual delas escolher?

Começa a mudança nos hábitos de consumo.

O consumidor passa a ter mais atenção às características do produto que busca, e ao modo como as marcas se posicionam, optando se possível pelas melhores marcas.

Com isso, essas passam a perceber o valor que a opinião desses consumidores tem.

Em contrapartida, essas passam a focar na qualidade e benefícios que esse produto pode agregar na vida do consumidor, e percebem que a opinião dos consumidores tem muito valor.

Consumidor 3.0 – Percebe a marca

As marcas se deparam com um consumidor ainda mais exigente, afinal, a concorrência entre as marcas está cada vez maior.

Logo, esse consumidor começa a levar em conta, outros aspectos para comprar daquela marca.

Ou seja, ele busca pela sensação de pertencimento, em outras palavras, ele deseja se sentir incluído.

Ele deixa de focar tanto no produto, e passa a enxergar aspectos como:  identificação com a marca, a empatia e a forma como a marca se relaciona com ele.

Tais aspectos, passam a moldar o marketing e mostram a força do consumidor 3.0, deixando ele de ser apenas um comprador, para se tornar parte de todo processo.

Esse consumidor está mais conectado e informado, buscando comparar preço e qualidade, com isso, participa ativamente do processo de compra.

Consumidor 4.0 – Valoriza a experiência

Chegamos ao consumidor 4.0, personalização e humanização fazem parte da sua exigência.

Além disso, eles esperam que o seu problema seja resolvido de forma rápida e eficaz, acompanhando todos os processos de compra de perto.

Esse consumidor, possui maior autonomia para escolher os produtos e serviços que deseja, valorizando sempre a experiência.

Mas afinal, quem é o consumidor 4.0?

O consumidor 4.0 chega junto com o conceito de Marketing 4.0 apresentado por Philip Kotler.

Sendo assim, podemos dizer que o consumidor digital é o resultado de todos esses avanços tecnológicos. 

Antigamente, a concorrência era menor, então as marcas não se importavam muito com a opinião dos consumidores.

Contudo, com o passar do tempo surgem as concorrências e as marcas se veem obrigadas a mudar o seu posicionamento.

Ou seja, essas passam a olhar mais para o consumidor e entendem a necessidade de se destacarem e chamarem a atenção desse público.

Afinal, o consumidor digital busca mais que empatia e sensação de pertencimento, ele deseja fazer parte de todo o processo.

Além disso, o consumidor digital tem amplo acesso à tecnologia e à informação, o que lhe dá o poder de escolha.

Logo, antes de efetuar a sua compra, ele busca por todas as informações que deseja, faz pesquisas, busca avaliações e opiniões de outros compradores.

Ele não busca apenas a solução para o seu problema, ele leva em consideração toda a sua jornada de compra com a marca.

Outro ponto a ser considerado por ele, é a comunicação omnichannel.

Ou seja, ele espera por uma integração entre o físico e o digital.

Logo, as marcas precisam adotar essas estratégias, visando oferecer uma experiência única em diversos canais de atendimento.

Ter esses canais é de extrema importância para que essas consigam enxergar as necessidades dos seus clientes e entregar soluções rápidas e eficientes.

Quais são as características do consumidor 4.0?

O consumidor 4.0, é conhecido pelo imediatismo, ou seja, ele espera que as suas necessidades sejam sanadas o mais rápido possível.

Por isso, ele gosta de marcas que estão presentes em diferentes canais de comunicação.

Bem como, as que oferecem uma experiência de compra rápida e integrada. 

Além disso, o consumidor digital escolhe por marcas com as quais eles se identificam, seja por valores, propósitos ou posicionamento. 

Sendo assim, para que você consiga entender melhor o seu perfil e atender às suas expectativas, conheça algumas de suas características.

Conectividade e mobilidade 

O consumidor 4.0 está quase que 24 horas por dia conectado às redes sociais, sites, aplicativos e plataformas. 

Ou seja, em contato direto com todas as informações que estão sendo disparadas na rede. 

Logo, a sua marca precisa estar presente nesses canais e ter um bom planejamento online, seja para as redes sociais, blogs ou diferentes canais de atendimento. 

Lembrando, que tudo precisa ser integrado e adaptado para o mobile. 

Valorizam a experiência

Sabemos que o consumidor 4.0 não busca apenas a solução para o seu problema, ele leva em consideração toda a sua jornada de compra com a marca.

Ou seja, valoriza a experiência e deseja ser parte de todo o processo, onde o objetivo final seja a satisfação.

Além disso, busca por um atendimento eficaz e que seja realizado por diferentes canais de comunicação, integrando o online com o offline.

Exigente

O consumidor digital espera que as suas marcas sejam inspiradoras e reflitam os seus valores. 

Por terem amplo acesso à informação, o consumidor 4.0 sabe muito bem o que quer e o que não quer.

Logo, se tornam cada vez mais exigentes e aumentam o seu poder de negociação.

Ele valoriza a transparência e as estratégias criativas

Independente 

As gerações atuais são ansiosas e não tem muita paciência.

Logo, os anúncios não chamam a sua atenção, buscam resolver seus problemas de modo mais intuitivo.

Se olharmos para as contas digitais e os apps de delivery, vamos compreender o que eles gostam nesses serviços: agilidade, comodidade e autonomia.

Colaborador e co-criador

Esse consumidor tem necessidade de co-criar novos produtos e serviços, ou seja, deseja participar de todos os processos de criação e desenvolvimento.

Portanto, marcas que conseguem envolver esse consumidor em seu processo de desenvolvimento, estão à frente dos seus concorrentes.

O que o consumidor 4.0 busca?

Depoimentos

As decisões de compra desse consumidor, são impactadas pelos feedbacks que esses buscam de outras pessoas.

Ou seja, opiniões e experiências que outras pessoas tiveram com a marca.

Facilidade nas trocas

Conforme falamos, o consumidor 4.0 busca agilidade na resolução dos seus problemas.

Logo, se houver necessidade de trocar algum produto, ele tende a evitar complicações e burocracias.

Formas de Pagamento

Ainda que o cartão de crédito seja o meio de pagamento mais utilizado nas operações comerciais, é importante que outras opções sejam disponibilizadas.

Por exemplo, débito automático, boleto e até mesmo o pix.

Navegação intuitiva e amigável

É de extrema importância que os sites sejam responsivos e otimizados, visando oferecer uma melhor experiência para o usuário, principalmente na versão mobile.

Como conquistar o consumidor 4.0

Sem dúvida, tem sido um desafio para as marcas conseguir entregar produtos e serviços a um consumidor com tantas exigências.

Afinal, o consumidor 4.0 tem demandas muito específicas e exige uma proximidade maior com as marcas, logo, a comunicação precisa ser mais que uma tática de venda.

É preciso que haja uma troca de experiências com foco no consumidor, transmitindo informações de forma mais humanizada e empática.

Aproxime-se do público

Antigamente, o consumidor ficava satisfeito somente em adquirir produtos e serviços das marcas, mas essa realidade mudou.

Hoje ele deseja fazer parte da empresa, estar mais próximo e até mesmo participar dos processos decisórios da marca que consome.

Logo, é preciso que as marcas deem essa abertura para que o consumidor possa acompanhar as novidades e expor as suas opiniões de modo que essas sejam ouvidas.

Isso pode ser por meio das redes sociais, mostre a rotina da empresa, crie ações que envolvam o consumidor, entre outras ações voltadas à participação do público.

Construa valor agregado

O valor agregado de um produto nunca teve tanta relevância como nos dias de hoje.

Os consumidores buscam mais que um produto ou serviço, eles querem saber o benefício que elas vão obter ao adquiri-lo.

Isso acaba por despertar o desejo de compra no consumidor, não só pelo produto, mas por tudo que vai vir agregado a ele.

Afinal, pessoas buscam pela sensação de pertencimento, sendo assim, ele se posiciona por meio do que consome.

Logo, se mostra disposto a pagar até mais para ter um produto desejado por muitos, e assim, fazer parte de um grupo, portanto, construa essa percepção de valor.

Para isso, é essencial que você conheça o público-alvo e entenda o que o leva a consumir o produto e como agregar significado a ele.

Oferte em diferentes canais

Com os avanços digitais, o consumidor 4.0 encontra muitas facilidades e dá muito valor a isso, afinal, ele preza pela agilidade e praticidade.

Logo, é indispensável que toda a sua jornada de compra ofereça uma experiência ágil e sem maiores dificuldades.

Lembrando, que a compra é o último estágio dessa transação comercial, e precisa ser concluída oferecendo a melhor experiência possível. 

Por isso, é importante que a marca oferte seus produtos em diferentes canais, por exemplo, e-commerce, redes sociais e email marketing.

Assim, agilizando e tornando a experiência do consumidor mais fácil.

Atraia o consumidor pelo Inbound Marketing

Esse consumidor está sempre presente na internet, consumindo diversos conteúdos, vídeos, blogs, redes sociais, entre outros.

Logo, uso as estratégias de inbound marketing para atrair esse público através de uma oferta de valor.

Ofereça conteúdos que sejam relevantes para ele, não só qualificando a sua audiência, mas atendendo também a todas as exigências.

Atendimento de destaque

Hoje em dia, diante de tanta concorrência, é quase impossível uma marca sobreviver sem prestar um bom atendimento.

Ou seja, a humanização e diferentes canais de comunicação são primordiais.

Para isso, treine os seus colaboradores para que eles consigam atender às expectativas do consumidor.

Enxergue as necessidades e antecipe soluções, entenda que quando o consumidor investe na marca, ele espera que as suas demandas sejam atendidas.

Consequentemente, ele passa a confiar na marca e as chances de fidelização aumentam.

Marketing para o consumidor 4.0 

Agora que você já sabe quem é o consumidor digital, suas características e o que ele busca, está na hora de criar estratégias visando esse público.

Portanto, é preciso estar atento ao comportamento do consumidor:

  • Como eles se comportam em seu site?
  • Como eles se comportam nas redes sociais?
  • Quem são eles?

Essas perguntas são fundamentais para que você consiga entender o comportamento do consumidor digital, e assim, criar estratégias que vão guiar você até o objetivo final.

Saiba quem é a sua persona

Já sabemos o que é persona, e sua apresentação deve mostrar os seus desejos, hábitos, dores, necessidades e valores.

Ao captar esses dados, pode ser que você enxergue mais de uma persona para o seu negócio, o que possibilita a segmentação nas ações de marketing.

Assim, será possível entregar experiências personalizadas e compreender melhor esse público.

Além disso, com a aproximação entre as marcas e os consumidores, a empatia é essencial.

Invista em conteúdo

Estar presente no meio digital é fundamental, contudo, não basta criar um site e um perfil nas redes sociais, é preciso criar estratégias visando um posicionamento adequado.

Sendo assim, o Marketing de Conteúdo é indispensável em qualquer negócio.

Afinal, ele atua direto no Google e é o modo mais eficaz para aumentar o alcance e a autoridade das marcas.

Crie um relacionamento com a sua audiência

Apesar do consumidor 4.0 bloquear a maioria dos anúncios, ele está aberto ao relacionamento com as suas marcas favoritas.

Logo, existem diversas maneiras de estreitar esse laço, por exemplo, hoje em dia as empresas mais bem-sucedidas, são aquelas que estão envolvidas em causas importantes.

Ou seja, causas que para o público têm grande importância e abrangem os seus valores.

Seja ativo nas redes sociais

Sem dúvida, nos dias de hoje é uma das ferramentas mais poderosas quando falamos em relacionamento entre as marcas e os consumidores.

Logo, as marcas devem conversar abertamente com o consumidor, interagir e participar de discussões, estando presente no meio da sua audiência.

Além disso, há quem diga que a rede social é a evolução do SAC, já que muitos a usam para tirar dúvidas, dar feedbacks e resolver alguma situação.

Invista em uma equipe para desenvolver esse trabalho.

Otimize a experiência nos seus canais

Essa é de fato a maior exigência do consumidor 4.0.

Afinal, eles esperam mais que um produto e serviço, eles desejam estar no centro de todas as estratégias da marca e participando de todas as decisões.

  • Os seus produtos são desenvolvidos com base no que os consumidores querem? 
  • A sua marca possui uma comunicação integrada em todos os canais de atendimento?
  • Você tem um SAC de excelência?

Aqui, o customer success é fundamental para trabalhar toda a experiência que a sua marca oferece para o consumidor.

Estratégia omnichannel

No começo deste artigo, falamos sobre as mudanças e transformações digitais, lembra? Tudo isso deu origem aos diversos canais de comunicação.

A estratégia omnichannel é responsável por integrar todos os canais de atendimento da marca, ou seja, o online com o offline.

Portanto, para que essa estratégia funcione, a integração desses canais deve ser completa, operando de forma coerente e proporcionando uma experiência positiva para o consumidor.

O objetivo é entregar uma experiência única em todos os pontos de contato, e dar a ele a opções de escolher o que for melhor.

Afinal, quando a marca dispõe de uma plataforma onde todos os canais e processos estão integrados, é possível ter maior clareza quanto às solicitações dos consumidores.

Logo, o atendimento coloca o foco no consumidor de modo individual e consegue entregar uma solução mais eficaz e ágil.

Sendo assim, a estratégia omnichannel é de extrema importância para que a marca consiga alinhar o seu negócio às necessidades do consumidor.

Dessa forma, o consumidor 4.0 mudou a forma de atendimento dentro das empresas, se antes ele tinha autoridade e não era ouvido pelas marcas, hoje é ele quem dá as regras.

Tendências do novo perfil de consumo 

Observando todas essas mudanças e exigências feita pelo consumidor 4.0. o que podemos esperar de um consumidor 5.0?

Calma, ele ainda não existe, mas, sabemos que o mundo e todas essas transformações vão continuar ocorrendo.

Logo, podemos nos deparar com um outro perfil no futuro. 

Até porque, essas transformações no mercado e no Marketing, ocorrem de forma muito rápida em um curto espaço de tempo.

Logo, se a sociedade, a tecnologia e o mercado como um todo mudam, o comportamento do consumidor digital também muda.

Ele tende a ter um comportamento cada vez mais específico e exigente, e as marcas precisam se adaptar a isso de forma muito rápida.

Segundo uma pesquisa realizada pela Mastercard em janeiro de 2021, a perspectiva é que até 30% das marcas que migraram para o digital permaneçam nele.

Logo, para que as marcas obtenham sucesso, é preciso desenvolver estratégias com base em todas essas mudanças.

Plataformas digitais

Elas vieram para ficar, com todas essas mudanças e impulsionada pela pandemia, novas formas de negócios surgiram.

Logo, o acesso ao comércio foi ampliado, principalmente nas redes sociais.

E cada vez mais, as marcas buscam por desenvolverem uma estratégia omnichannel.

Margem de lucro e redução dos custos

Mais do que nunca, é preciso que as marcas busquem alternativas visando otimizar suas margens de lucro e minimizar seus custos.

As marcas precisam considerar valores e desassociar receitas dos fatores tradicionais.

É preciso estar atento ao equilíbrio entre os hábitos de consumo e os interesses econômicos.

Use o propósito como estratégia

Já sabemos que o consumidor tem suas próprias demandas e as marcas precisam estar atentas a elas.

Busque por estratégias que visem ganhar a confiança do consumidor, desenvolva iniciativas que aprimorem a reputação percebida por ele.

Afinal, o consumidor 4.0 está atento ao comportamento das marcas, ou seja, se as suas atitudes condizem com as expectativas dele.

Isso acaba por manter a marca numa posição sólida, tanto no mercado como na mente dos consumidores.

Personalização

As marcas buscam cada vez mais otimizar a jornada do consumidor.

Logo, para se destacar é preciso oferecer uma experiência única e personalizada.

A tendência é que essa personalização mantenha o foco em cada consumidor, e a precificação mais dinâmica nos pontos de venda.

Ou seja, podemos encontrar preços diferentes para o mesmo produto, e isso vai depender do perfil e relacionamento com o consumidor.

Por fim, já temos consciência que o consumidor mudou e consequentemente, seus hábitos de consumo mudaram.

Bem como, o mundo fica cada vez mais digital e a pergunta é: A sua marca está preparada para acompanhar tudo isso?

Conclusão

Podemos observar que conforme os avanços tecnológicos surgem, o comportamento da sociedade como um todo muda.

Logo, isso impacta diretamente na relação de consumo entre as marcas e os consumidores.

Hoje em dia, as marcas precisam estar atentas 24 horas por dia a todas essas mudanças, exigências e as necessidades do seu público.

Ou seja, tentar se antecipar às tendências e mais do que isso, busque formas de incluir o consumidor nos seus processos de decisão.

Quanto mais as marcas se mostram próximas e atentas ao consumidor, maiores serão as chances de fidelizar e criar um relacionamento duradouro.

E se você quer aprender mais sobre Marketing Digital, assine a nossa newsletter e receba muitos conteúdos exclusivos.

Entenda o que são dados comportamentais e como usar no marketing

Dados comportamentais

A relação entre as empresas e seus clientes é algo de grande importância para o progresso desses empreendimentos, de acordo com a dependência que os negócios possuem com esse público. Estudar os dados comportamentais é uma forma de conhecer tal audiência.

Isso porque o público de uma empresa não é composto por um grupo unidimensional, pelo contrário, por mais específico que sejam os clientes de uma empresa, esse coletivo consta com diferentes comportamentos e interesses, dentro desse amplo conjunto.

Uma associação que se expande de acordo com o tamanho de um negócio, como uma grande rede de supermercados, que trabalha com os mais diferentes produtos e por consequência disso, como os mais distintos tipos de público.

Uma realidade distante de um pequeno empreendedor que opera oferecendo serviços de mão de obra especializada para eventos em sua região, comandando uma rede de profissionais autônomos, de garçons à recepcionistas.

O que ambos esses negócios possuem em comum é a necessidade de conhecer o público com o qual trabalham, de forma a melhor se conectar a eles, e assim contar com uma maior consideração por parte deles, durante a sua decisão de compra.

Para isso sendo necessário operar com estratégias especializadas, que irão surtir o efeito desejado com tais público, a partir dos seus interesses, desejos de compra, além de outros fatores importantes para esse consumidor, como a qualidade e o preço do produto.

É o que faz com que sites especializados em coletar as avaliações dos clientes sejam tão populares hoje em dia, sendo sempre consultados por alguém que pratique na internet por “empresa de brindes corporativos” para um contrato específico.

E o seu intuito como profissional é de fato se aproximar desses clientes, oferecendo produtos e serviços que satisfaçam de forma eficaz às necessidades desse grupo, é importante ter contato com as técnicas especializadas para esse propósito.

Começando por um estudo detalhado sobre os comportamentos dos seus clientes em potencial.

Qual a função dos dados comportamentais?

Os dados de comportamento são índices que se referem aos hábitos de compra de um cliente, ou seja, qual é o tipo de comportamento que ele apresenta ao consumir algo, como o seu ticket médio de compra, a frequência dessas aquisições entre outros tópicos.

Um conjunto de situações importantes a serem analisadas, de forma com que as suas atividades comerciais tenham uma maior adoção por parte do público, mostrando-se interessados nos seus produtos oferecidos no mercado.

A partir da análise do seu público é possível criar campanhas e estratégias melhor estruturadas, conquistando a atenção dessa audiência específica.

Como na venda ou aluguel de balões para aniversário infantil, lidando com um público em particular, que são aqueles responsáveis pela organização da festa dos seus filhos, ou sendo uma empresa que trabalha com a decoração de cerimônias diversas.

Por mais que se encontrem como clientes diferentes, ambos procuram pelos serviços desse fornecedor de balões, com comportamentos similares, averiguando o preço dos produtos, mas distintos quando se pensa na quantidade de compra realizada.

Para uma empresa que pretende atuar com ambos os públicos, é essencial que a mesma investigue as condutas específicas de cada um desses grupos de clientes, dos indivíduos a aqueles que representam uma entidade jurídica, a partir de dados de comportamento.

E para que seja possível o estudo dessas informações, antes é preciso contar com o acesso aos mesmos.

Como coletar esses dados?

Quando se pensa na coleta de dados comportamentais é importante alertar que a especificidade desse serviço depende do tamanho do negócio, atuando diretamente com o número de clientes com os quais a sua empresa trabalha junto.

É possível para um restaurante de bairro, por exemplo, observar os hábitos dos seus clientes, como o tipo de sobremesa mais consumida ou quais são os clientes mais frequentes, oferecendo aos mesmo um atendimento diferenciado.

Até mesmo algumas estratégias de comunicação podem ser facilmente analisadas, como o aumento do número de visitantes em uma loja após a instalação de um display expositor próximo a entrada do estabelecimento, destacando os produtos ali comercializados.

Já quando o seu negócio trabalha com uma larga escala, com um número diverso de clientes, muitas vezes de diversas partes do país, quando se pensa em um empreendimento virtual, essa associação torna-se um pouco mais complicada.

Nesses casos é importante operar com softwares especializados com a coleta e exploração dessas informações, como no chamado CRM (Customer Relationship Management), um programa que trabalha com a análise dos dados disponíveis em uma empresa.

Uma gestão de relacionamento com o cliente capaz de estudar tanto informações disponíveis na internet, como aqueles coletados durante o cadastramento do perfil do usuário em sua loja, física ou digital. Algumas dessas informações são:

  • Faixa etária;
  • Dados pessoais;
  • Endereço de e-mail;
  • Números de contato;
  • Histórico de compra na loja.

Uma série de dados que permite a uma empresa de envelopamento de veículos fazer um melhor direcionamento dos seus anúncios, atingindo um público que de fato se interesse por tais serviços, começando por alguém que tenha um carro, por exemplo.

Tendo essas informações em mãos, as empresas podem planejar diferentes estratégias, tendo como base o estudo dos dados comportamentais da sua audiência consumidora.

Estratégias baseadas em dados

A implementação de técnicas comerciais baseadas nos elementos coletados por uma empresa é algo facilmente encontrado nas mais diversas companhias disponíveis, com destaque para os grandes conglomerados de tecnologia.

Para saber se alguma dessas estratégias também pode ser adotada ao seu negócio, é importante conhecer a fundo como elas funcionam, e o porquê delas serem aplicadas a tais companhias.

Recomendação de serviços

Toda vez que um usuário acessa um sistema, como na sua navegação em um site de compras, ou então visitando uma plataforma de conteúdos via streaming, o seu histórico passa a ser disponível para as empresas por trás desses endereços virtuais.

A partir disso é possível para uma loja recomendar produtos relacionados para alguém que acabou de comprar um novo computador para o seu trabalho, como na indicação de teclados, mouse sem fio ou mochila personalizadas com porta notebook.

Um sistema também adotado por empresas de conteúdo, como a Netflix, que observa o tipo de filmes e séries consumidor por um assinante, de forma a indicar a produções que possam interessá-lo, tendo em vista o gênero mais assistido por esse usuário.

Expansão das suas atividades

Esse programa de recomendação também é adotado por grandes empresas de varejo, como a Amazon, que se destaca também pela sua expansão de mercados aos quais aborda, de acordo com as necessidades observadas pelos seus visitantes.

Já consolidada nos EUA, ao chegar ao Brasil a empresa comercializava apenas livros e produtos similares em seus primeiros meses, expandindo para outros setores de acordo com os desejos especificados por seus clientes.

Afinal, se uma loja de vestidos tradicionalmente voltada à moda feminina, percebe que na barra de pesquisa existe uma grande procura por saias masculinas, devido às mudanças no mercado de roupas, a mesma deve se adaptar a essa nova demanda.

Dados exclusivos

A internet permite que o perfil dos usuários seja um livro aberto a ser estudado, verificando por exemplo a busca de um indivíduo por aluguel de tendas, de forma a oferecer a ele produtos pertinentes a esse tipo de pesquisa.

No entanto, também é importante contar com dados particulares, ou seja, informações disponíveis de forma exclusiva, como na criação de um perfil na rede interna da sua loja. 

Dessa forma é possível direcionar conteúdos e até mesmo criar produtos tendo como base os interesses dos seus clientes, algo feito pela Apple, através da coleta de informações em suas plataformas como o iTunes, a Apple Store e a Apple TV.

Integração dos sistemas

Quando se pensa na coleta de dados, e com a permissão do público para acessar tais informações, é importante dar algum tipo de retorno para essa audiência, similar ao que o Google faz através dos seus sistemas integrados.

A partir da disponibilização do usuários sobre os dados ali armazenados é possível que ele assista vídeos no youtube sobre a importância de decorar a sua loja, e ser diretamente atingido pelo anúncio de uma empresa de letreiro, facilitando o contato com tal empresa.

E para que essas empresas consigam ter acesso a tais dados é importante também reconhecer a diferença e a importância dos chamados gatilhos comportamentais. Certos hábitos involuntários que um consumidor possui em relação a uma compra.

Cabendo às empresas saberem como desenvolver esse tipo de estímulo, assim como fazem as empresas de refrigerantes, associando o seu produto a uma sensação de refrescância, facilitando a compra dessas bebidas em um momento de sede.

A partir de um estudo aprofundado dos dados de comportamento de um público, e dos seus gatilhos como consumidores, é possível para uma companhia desenvolver estratégias cada vez mais assertivas, sendo algo positivo tanto para as empresas como para o público.

Ambos os lados encontrando-se satisfeitos com a realização de uma negociação comercial.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Saiba qual o canal de divulgação é o ideal para sua empresa

Canal de divulgação

Um bom canal de divulgação para sua empresa é fundamental, principalmente para o crescimento dela e do bom rendimento da marca.

Afinal, não adianta nada ter um negócio que possa ajudar nas dores de inúmeros clientes se ele fica escondido e ninguém conhece. 

Pode ser uma empresa de brindes corporativos ou de qualquer setor dentro do mercado.

Uma boa comunicação vai fazer com que mais pessoas possam adquirir o seu produto e o seu serviço, bem como vai fazer com que você ganhe credibilidade. 

Inclusive, agora é fácil encontrar formas de divulgação.

Se antes você era obrigado a comprar um espaço na rádio ou nos classificados do jornal, hoje dá para falar sobre a sua empresa nas redes sociais. 

Além disso, as ferramentas de impulsionamento ainda estimulam que mais pessoas possam ver o seu serviço, bem como comprar com a sua empresa. 

Por exemplo, os displays personalizados divulgam rapidamente o que você posta.

E assim, inúmeras pessoas que seguem ou que têm interesse em algo relacionado à sua empresa podem ver.

Mas para isso você precisa saber tudo sobre a sua marca, como:

  • O que ela pode oferecer?
  • Quais são os seus pontos fortes?
  • Quais são os seus pontos fracos?
  • Como é a concorrência?

Com essas informações, você terá condições de falar e comunicar o que o seu negócio tem de melhor, e, assim, atrair cada vez mais pessoas.

O resultado mais efetivo virá quando você conhecer também o seu público-alvo e optar por se comunicar de forma mais coerente para essas pessoas.

Afinal, pense só, não dá para vender etiquetas em branco para quem tem dificuldades de escrita. 

Tendo isso em vista, estudantes e certos comerciantes são o público mais indicado para receber esse material.

Por isso saiba muito bem o que você tem a oferecer e quem pode comprar. 

Não vacile, porque o mercado está cada vez mais competitivo e qualquer erro na comunicação pode ser fatal para o seu negócio!

Por que investir em marketing?

O marketing digital oferece inúmeras maneiras de você divulgar o seu negócio da melhor forma.

E não importa se sua empresa está começando, se é pequena ou se está a muito tempo no mercado. 

A divulgação do seu serviço vai fazer toda a diferença para o sucesso do empreendimento.

Ou seja, desde uma empresa que venda chinelos personalizados e brindes até produtos mais complexos.

Inclusive, segundo pesquisas, o marketing digital no Brasil deve continuar crescendo e se expandindo.

Por isso, não deixe de atuar no marketing, pois ele fará uma grande diferença e pode ser um diferencial no mercado.

Inclusive, existem três canais de vendas no Marketing, que são os seguintes:

1 – Vendas diretas

Neste tipo de venda, não existe um agente intermediador, ou seja, a venda é entre fabricante e consumidor final.

Dessa forma, esse canal é mais personalizado, criando um vínculo bem forte entre a empresa e o seu cliente.

Ademais, é um modelo bem visto em vendas porta em porta, lojas virtuais e catálogos.

2 – Vendas indiretas

Já neste modelo, o agente intermediário passa a fazer parte.

Por isso, podemos dizer que é um tipo que acontece mais no varejo, no atacado, nas revendedoras e, até mesmo, nas distribuidoras.

Isso porque quem faz o produto não é quem vende.

3 – Vendas dual

Neste último caso, podemos dizer que ela é uma junção dos outros dois.

Isso porque, o fabricante pode ser o vendedor ou optar por um agente para fazer a venda, é comum em empresas que fabricam, mas que tem loja própria também. 

O amplo universo da internet

Não dá para não estar na internet. Se sua empresa não está nela, é como se “não existisse”. Isso se prova quando pensamos que o investimento nas redes chega na casa dos bilhões. 

Além disso, o marketing digital, como foi falado antes, traz inúmeras vantagens para a divulgação do seu serviço.

As redes sociais ajudam o impulsionamento, assim como blogs corporativos. 

Caso seja necessário, também opte por um software de call center para resolver os problemas de seus clientes.

Entenda mais sobre a divulgação na televisão

Mesmo com muitas pessoas achando que a TV está “datada” e ninguém vê, ela segue como um grande canal de comunicação.

E, inclusive, está dentro da casa da maioria dos brasileiros. 

Pensando nisso, alguns dados comprovam essa informação, isso porque o IBGE diz que menos de 3% das pessoas não têm o aparelho de TV.

Ou seja, ficou claro que não dá para desprezar esse meio de divulgação. 

Entretanto, para uma boa campanha, é preciso saber qual horário o seu público está mais vidrado na televisão e qual é o melhor jeito de informar.

Além disso, é preciso investir em uma imagem bonita e agradável e com uma linguagem simples para ser assimilada facilmente.

Ademais, a TV pode divulgar de uma forma melhor produtos que são mais visuais, como mochilas personalizadas com rodinhas e também brinquedos infantis.

Afinal, na televisão é mais fácil ver como é uma mochila do que no rádio, por exemplo, assim como os brinquedos.

O rádio segue como uma opção para a sua empresa 

Este é outro meio de comunicação que as pessoas acham que está morto, mas o rádio continua sendo um “canhão” de audiência.

Porém, o anúncio nesse veículo costuma ser mais barato do que o da TV.

Ademais, a qualidade e o bom texto é primordial para fazer uma boa propaganda no rádio, afinal, quem não se lembra de um bom jingle?

A música gruda na cabeça e faz com que sua marca seja assimilada mais facilmente. 

E como o rádio não tem imagem, é importante criar cenas na cabeça do ouvinte para que ele entenda como funciona o seu negócio.

Sendo ideal para serviços, ao invés de produtos materiais. 

Jornal saiu de moda? Claro que não!

Antigamente, os classificados eram uma excelente forma de propaganda, mas, hoje, com as mudanças ocasionadas pela internet, pode existir uma dúvida com relação a isso.

Entretanto, ainda existem pessoas fiéis ao jornal.

Além disso, os jornais são vistos com mais credibilidade pelas pessoas, o que ajuda a sua empresa a ser vista com melhores olhos.

E como os jornais seguem regras editoriais e verificam as informações divulgadas, as pessoas passam a acreditar mais no impresso, que dificilmente fala alguma fake news.

Por isso, se sua marca estiver lá será bem vista. 

Veja como escolher melhor veículo para o seu negócio 

Como em qualquer situação, é preciso entender o que você quer com o seu negócio e como quer divulgá-lo.

Dependendo do que quer falar, um jornal ou rádio pode ser um veículo mais propício e eficaz na divulgação. 

Mas também é bom não focar em só um deles.

Diversificar fará com que mais pessoas confiram e vejam como é o seu serviço.

Seja você uma empresa que faz balões para decoração de aniversário ou que trabalha com contabilidade.

Os meios de comunicação têm suas vantagens e desvantagens, sendo assim, a escolha deve ser baseada em alguns aspectos, por exemplo:

Saiba as características de seu público-alvo  

É  primordial conhecer o seu público-alvo para fazer uma propaganda corretamente. Se não souber, você já está um passo atrás na disputa do mercado.

Para saber como são as pessoas que mais procuram por seu serviço, atente-se ao:

  • Sexo;
  • Idade;
  • Profissão;
  • Renda média.

Esses dados ajudam na pesquisa e na atuação de um marketing mais efetivo. Assim você vai saber qual é a melhor linguagem e forma de falar com o público.

Se o seu público é mais velho, o investimento em anúncios nos jornais impressos pode ser a melhor opção. Mas, não deixe de anunciar em outros lugares como o rádio, TV e, claro, internet.

E mesmo com inúmeras vantagens na divulgação do seu serviço nos meios de comunicação.

Não se esqueça do boca a boca e faça camisetas promocionais como brinde de seu serviço, pois assim seus clientes ficarão contentes com a surpresa.

Além disso, mesmo com a modernidade, fatores do offline ainda são eficientes para o seu empreendimento.

Além das campanhas e divulgação nas redes sociais e veículos de comunicação, ter uma boa equipe fará a diferença para o seu negócio. 

Ou seja, não deixe de ter uma mão de obra especializada para eventos ou  para o seu serviço. 

Faça um bom orçamento 

Antes de tudo, é preciso deixar uma parte da renda para investimento em marketing, pois ele será o responsável pela sua divulgação e captação de novos clientes. 

Então, mesmo que a situação esteja difícil, arrume uma forma de fazer anúncios, pois eles darão um bom retorno se forem bem feitos e destinados da forma correta para o público certo.

E não deixe de entender qual é o seu maior objetivo, pois assim você fará boas propagandas e atingirá o público que deseja obter.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

E se você quer aprender mais sobre Marketing Digital, assine a nossa newsletter e receba muitos conteúdos exclusivos diretamente no seu e-mail.

Saiba trabalhar as Etapas do Ciclo de Vida do Cliente

IMG1 - CICLO DE VIDA DO CLIENTE

A relação das marcas com os seus consumidores é um processo que exige um completo comprometimento por parte das empresas, garantindo que esse ciclo de vida do cliente seja o mais duradouro possível, garantindo o sucesso de suas ações.

Isso porque os custos para se conquistar um novo cliente são muito maiores do que aqueles envoltos na manutenção de um consumidor já conquistado. Todo o processo de contato com o cliente precisa ser começado do zero nesses casos.

Essa é a diferença entre fazer um conserto ou comprar um aparelho novo. Em muitos casos, dependendo da qualidade do produto, é mais vantajoso procurar por um reparo, diante das peças utilizadas em sua confecção, que não são encontradas em aparelhos novos.

Essa ideia de manter um público fidelizado também não está restrita ao mercado comercial, com as empresas querendo manter os colaboradores capacitados, sem ter a necessidade de iniciar um novo treinamento.

Um estudo de impacto ambiental pode trazer dados importantes nesse sentido, com a companhia descobrindo pontos que devem ser desenvolvidos dentro e fora da sua empresa, para uma satisfação melhor dos empregados com a empresa e admiração dos clientes.

Mas pensando diretamente na situação do cliente, existem maneiras de desenvolver da melhor forma possível essa relação com os consumidores de uma marca, permitindo que essa empresa conte com os benefícios de uma conexão profunda com os seus clientes.

As cinco etapas do ciclo de vida dos clientes

O período que um cliente passa conectado a uma marca é algo de grande valor para a mesma, indicando que as ações de comunicação e de vendas estão tendo o efeito desejável por parte dos seus realizadores.

Esse ciclo da vida de um cliente se resume a 5 etapas, sendo elas:

  • Segmentação;
  • Aquisição;
  • Rentabilização;
  • Retenção;
  • Recuperação.

A conquista do público passa por diferentes fases, onde cada uma dessas etapas exige um número de atividades específicas, que permitem que uma empresa consiga ter a atenção de uma audiência, sua consideração de compra e por fim o resultado final de vendas.

Na verdade, a compra nem é a etapa final, pois o pós-venda é um estágio importante para que uma empresa de brindes, por exemplo, alcance uma relação positiva com os seus clientes, que de acordo com o nível de satisfação podem indicar seus produtos a outros.

E se cada etapa tem uma importância particular, para manter um vínculo positivo com a sua audiência, uma empresa precisa entender a fundo sobre como agir em relação a cada um desses estágios.

Segmentação

Nessa fase o objetivo de uma instituição comercial é o de alcançar uma grande parcela do público, para que essa audiência possa construir uma relação mais profunda em fases posteriores. E tudo começa encontrando a sua faixa de público.

Por meio de uma comunicação especializada, uma empresa consegue atrair o seu público-alvo, atraindo junto de uma audiência geral, que poderá atuar na divulgação dos seus produtos e serviços, inclusive para aqueles que de fato irão consumi-los.

É o processo de prospecção de leads, no qual um curso de capacitação online consegue identificar os usuários que acessam o seu site e aqueles que completam o processo de conversão de visitantes a clientes.

Aquisição

Na segunda etapa do ciclo de vendas, o objetivo é pegar os consumidores em potenciais e trabalhar nesse processo de conversão. Uma das formas de se conquistar isso é por meio de amostras grátis e outros tipos de artifício comercial.

É a relação que acontece quando em um supermercado o representante de uma marca de biscoitos distribui unidades para a degustação do produto, ou quando um serviço de assinatura oferece um período promocional de 7 dias grátis.

Rentabilização

Conquistado a atenção do cliente para os seus produtos, é chegado o momento de lucrar com isso. O processo de rentabilização lida exatamente com o método de compra em si. Ações diretas de marketing encontram a oportunidade de agir.

As empresas que fazem camisetas personalizadas podem realizar descontos, distribuir cupons de desconto, veicular anúncios na internet ou até em meios tradicionais, como rádio e TV. Tudo que impulsione o número de vendas da empresa.

Retenção

É sempre importante reafirmar que o processo de compra não termina com a aquisição do produto em si, pois caso um negócio queira contar com o retorno do cliente, ele precisa adotar atitudes que justifiquem a volta do consumidor ao seu estabelecimento.

Para isso, setores como o de atendimento se mostram essenciais, trabalhando com a permanência dos clientes ao contato da sua empresa, mostrando-se satisfeito com os serviços apresentados, e assim, tendo chances maiores de consumir novamente.

Recuperação

Caso um cliente tenha abandonado o contato com a sua empresa, mesmo com todas essas ações de retenção, cabe ao seu negócio tentar uma última alternativa de conquistar esse cliente, por meio das ações de recuperação.

Para entender melhor essa relação é só pensar em uma loja virtual de bolsas e mochilas, no qual um cliente comprou uma mochila notebook executiva meses atrás, e nunca mais retornou ao site.

As ações de e-mail marketing, informando esses antigos clientes sobre novos produtos que chegaram à loja, ou com cupons de desconto em mochilas similares, podem ser maneiras de reconquistar esse público de clientes inativos.

As vantagens de acompanhar esse ciclo de vendas

Manter os seus clientes próximos, por meio dessa associação comercial, permite que uma empresa consiga desenvolver estratégias melhores para o seu progresso, tendo assim um maior esclarecimento sobre o nível de consumo do seu público.

E através de uma análise detalhada desses números de venda, uma empresa de automação consegue estabelecer estratégias assertivas para o seu futuro, com base na renda média do negócio, podendo assim reservar uma parte da renda para investimentos.

Essa sensação de segurança só é garantida como resultado de um relacionamento duradouro com os seus clientes, permitindo que eles representem um valor positivo para os negócios da sua empresa.

Por isso, contar com essa conexão com os seus consumidores permite também que uma empresa consiga desenvolver ações específicas em torno deles, garantindo uma maior fidelização desse público, mantendo vivo esse ciclo de consumo.

Tudo levando a uma redução dos gastos, diminuindo a necessidade dessas empresas de focar o trabalho da sua equipe de marketing e comunicação de agir na captura de novos clientes, um processo que leva tempo, além das despesas relacionadas.

Todos esses benefícios só serão conquistados por meio de um monitoramento otimizado das ações do público dentro desse processo de compra, observando desde o momento que alguém pesquisa por cabine de fotos para alugar, até o aluguel em si desse material.

Como fazer uma boa gestão de vendas?

Para acompanhar a fundo o ciclo de vendas de um cliente, uma empresa deve aprimorar a sua atual gestão de vendas, de forma a identificar oportunidades de trabalhar a comunicação do seu negócio, entre outros fatores que atuam no seu percentual de vendas.

Entre essas ações, é interessante a implementação de um programa de fidelidade, por exemplo, no qual os consumidores mais fiéis passam a ter acesso a descontos, brindes entre outros benefícios que podem ser desenvolvidos pelo programa.

A partir dessas vantagens, o cliente pode se sentir melhor reconhecido pelas empresas com a qual consumiu antes, e dessa forma manter uma relação de parceria com essas companhias, voltando a consumir novamente.

Essa relação mais próxima permite também que esses negócios tenham mais oportunidades de ouvir os seus clientes, compreendendo melhor os seus interesses e desejos.

Esse contato pode ser realizado por meio de redes sociais e outros canais de atendimento, como o e-mail e o telefone, além de meios alternativos, como uma pesquisa realizada em um stand para eventos, localizado em locais onde seus produtos são comercializados.

São um conjunto de práticas que permite que o nome da sua marca esteja cada vez mais presente na mente do consumidor, assim como nos diálogos que acontecem na sociedade, comprovando o sucesso do seu negócio frente à população.

Portanto, o ciclo de vendas é um conceito importante para a identificação das melhores estratégias e ferramentas de marketing que uma empresa pode adotar para as suas atividades, tendo o intuito de aumentar o seu número de vendas, ou qualquer que seja o seu propósito.

Isso porque, muitas vezes, um aumento no nível de lucro não é o objetivo principal de uma companhia, que trabalha com estudos e projeções a longo prazo, percebendo que no momento é mais interessante atuar com foco na comunicação com seus consumidores.

O que também pode resultar no mesmo crescimento de vendas, porém de forma aprimorada, capaz inclusive de multiplicar esses resultados, após passar por todo um processo de aproximação com a sua audiência, agora segmentada.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento.

E se você quer aprender mais sobre Marketing Digital, assine a nossa newsletter e receba muitos conteúdos exclusivos diretamente no seu e-mail.

Funil de Vendas – O Conteúdo Ideal para cada Etapa da Jornada de Compra

IMG1 - JORNADA DE COMPRA

Sabemos que o funil de vendas é o responsável por guiar o potencial cliente em toda a sua jornada de compra.

Logo, é de extrema importância para a equipe de vendas e marketing de qualquer negócio.

Lembrando que, o funil de vendas tem ligação direta com o Inbound Marketing e o Marketing de Conteúdo.

Quando falamos em produção de conteúdo, o funil de vendas é dividido em: Topo do Funil (ToFu), Meio do Funil (MoFu) e Fundo do Funil (BoFu).

Logo, é preciso compreendermos cada etapa para assim, entregar o conteúdo certo para o público certo.

Dessa forma, as chances de despertar o interesse e gerar oportunidades para a empresa, são maiores e mais assertivas.

Para isso, é preciso entender o ciclo da sua persona e os estágios pelos quais o seu cliente passa.

Assim, será possível alinhar os seus conteúdos às necessidades da sua persona em cada estágio do funil de vendas.

Neste artigo, vamos apresentar:

  • Como construir o funil de vendas
  • A importância do funil de vendas
  • Quais são os benefícios do funil de vendas
  • Conteúdo Topo do funil
  • Conteúdo Meio do funil
  • Conteúdo Fundo do funil
  • Pós funil de vendas

Como construir o Funil de Vendas

IMG2 - JORNADA DE COMPRA

O objetivo do funil de vendas, é educar o lead e guiá-lo da melhor forma até o final da jornada de compra, de modo que a venda seja efetivada.

 Logo, veja o passo a passo para começar a construir o seu.

Crie a sua persona

 Sabemos que a persona é o cliente ideal de uma empresa, ou seja, é um personagem semi fictício criado com base nos comportamentos reais do nosso público. 

Logo, o objetivo de toda empresa é entregar valor a sua persona, e isso é feito através dos seus produtos e serviços.

Portanto, a persona nos ajuda a segmentar o nosso público, a fim de atrair os consumidores que de fato apresentam interesse em nossos produtos e/ou serviços.

Com isso, as estratégias são desenvolvidas com base nas características da nossa persona, o que garante maior assertividade.

Faça o mapeamento da jornada de compras

Antes de tudo, para que você consiga criar o seu funil de vendas, é preciso ter em mente a jornada de compra da sua persona.

Ou seja, o caminho percorrido por ela desde a descoberta da sua empresa, até a conclusão da compra.

Logo, algumas perguntas podem ser feitas, a fim de, entender como eles chegaram até você, o que eles buscam, as suas dificuldades, necessidades e desejos.  

O objetivo é identificar possíveis saídas dos leads e os gatilhos essenciais para fazer com que ele evolua na jornada e avance dentro do funil de vendas.

Defina os milestones e as etapas

Milestones são os marcos, ou seja, pontos de referência dentro da jornada de compra.

Logo, eles mostram a evolução do lead, se ele amadureceu e está mais bem qualificado para seguir na jornada de compra.

Algumas perguntas podem ser feitas nesse processo:

  • Meu lead consegue avançar sozinho para o próximo estágio?
  • Preciso de um gatilho para que ele avance de forma segura e que o qualifique melhor?
  • Como assegurar que ele atinja esse estágio?

Logo, é essencial que o seu time de vendas e marketing trabalhe de forma conjunta.

Afinal, os milestones são os mesmos tanto para o processo de venda, como para a jornada de compra do cliente.

Além disso, isso vai ajudar o time de vendas a compreender quando esse lead estará pronto para uma possível abordagem.

 Automatize o seu processo com o CRM

Por último, é primordial automatizar os seus processos com um CRM.

Ou seja, através da automação é possível conduzir o lead nas etapas da jornada de compra com recursos diversos.

Logo, com a automação do funil, você consegue controlar as atividades, fazer o gerenciamento dos leads e controlar as etapas de conversão.

Além disso, com uma ferramenta de automação os processos são continuamente otimizados e os resultados são entregues de forma mais consistente.

A importância do Funil de Vendas

IMG3 - JORNADA DE COMPRA

Vimos que, o funil de vendas é o responsável por conduzir os leads em todas as etapas da sua jornada de compra, o objetivo é este se tornar cliente.

Sendo assim, o intuito é atrair, encantar, converter e fidelizar esse público, de modo que ele entenda que o seu negócio tem a solução ideal para o que ele procura. 

Porém, sabemos que alguns profissionais ainda acreditam que postar em grande quantidade nas redes sociais e ter uma lista de contatos, é o suficiente.

Sim, isso também é importante. Entretanto, isso não vai maximizar as suas vendas!

Sabemos que os consumidores estão cada dia mais exigentes, procuram melhores serviços, melhores produtos e um atendimento de melhor qualidade.

Logo, nós como prestadores de serviços, precisamos estar atentos e nos adequar ao que eles precisam.

Ou seja, precisamos acompanhar e monitorar todo o tráfego dos nossos clientes, para assim, conseguirmos compreender o que os levou a escolher ou não a nossa empresa.

  • O que eles buscam?
  • O que eles querem saber?
  • Como eles chegaram até a sua empresa?

Portanto, construir um funil de vendas direcionado a atrair mais pessoas e convertê-las em potenciais clientes, é essencial para qualquer negócio.

Além disso, com um funil de vendas bem alinhado, você é capaz de compreender a jornada de compra do seu cliente.

Sendo assim, é indispensável que você conheça as principais técnicas de venda e marketing.

Dessa forma, será capaz de estabelecer estratégias voltadas para atingir os resultados esperados pela empresa.

Por fim, definir e entender o funil de vendas, é indispensável para compreender a saúde do seu negócio.

Assim como, identificar ações necessárias para otimizar as suas vendas.

Quais são os benefícios do funil de vendas

IMG4 - JORNADA DE COMPRA

Como você pode observar, é de extrema importância criar um funil de vendas, além disso, os benefícios podem ser diversos.

Separamos 5 deles para apresentar a você.

Previsibilidade do resultado

Sabemos que no funil de vendas, uma etapa depende da outra para apresentar bons resultados, certo?

Logo, através do monitoramento, o time de vendas e marketing consegue enxergar em quanto tempo a meta será atingida e se ela será atingida.

Por exemplo,  quantas pessoas precisamos atrair para o topo do funil para assim, gerarmos vendas?

Com base nisso, as suas ações serão voltadas para que as metas sejam cumpridas.

Aumento da Produtividade

Através do funil de vendas, é possível acompanhar e mensurar a produtividade das empresas.

Ou seja, verificar quais são as maiores dificuldades dos seus vendedores e os resultados entregues por cada um deles.

Logo, quando eles sabem que dados estão sendo acompanhados, assim como o seu trabalho, eles tendem a se empenhar mais em busca de resultados cada vez melhores.

Além disso, cada etapa do funil de vendas auxilia a empresa para que essa consiga medir a efetividade das estratégias usadas por ela.

Otimização da gestão

O funil de vendas serve para que possamos padronizar e segmentar o ciclo de vendas dentro da empresa.

Assim, as análises em cada etapa se tornam mais objetivas e ágeis.

Logo, as equipes de gestão conseguem se concentrar nos objetivos da equipe, e assim, garantir maior assertividade e impulsionar o crescimento da empresa.

Oportunidades mais bem aproveitadas

Com o funil de vendas, é possível acompanhar os status de venda em tempo real, ou seja, todas as transações do negócio no momento em que ocorrem.

Assim, caso alguma estratégia precise ser usada para garantir a efetividade da venda, essa será identificada mais facilmente.

Feedback para desenvolvimento e melhorias

Manter um relacionamento com os seus clientes é de grande importância para identificar possíveis melhorias em seu processo.

Logo, você consegue obter informações capazes de auxiliar a sua empresa no aperfeiçoamento dos seus produtos e/ou serviços.

Com isso, entrega mais aos seus clientes e vai além das expectativas, mostrando que se importa com ele e com o que ele pensa.

Por fim, isso tem impacto direto na fidelização desse cliente, e consequente uma maximização no volume de vendas.

O Conteúdo Ideal para o Topo do funil (ToFu)

IMG5 - JORNADA DE COMPRA

Primeiramente, precisamos entender que o topo do funil (ToFu), é o estágio de Consciência e Descoberta.

Ou seja, os visitantes descobrem que têm uma necessidade e precisam de uma solução, logo, você precisa gerar reconhecimento e atrair esses prospects.

Portanto, a sua função é educar esse prospect e oferecer conteúdos que sejam relevantes para o que ele precisa.

Tais conteúdos podem ser acessados através de um formulário, onde ele irá fornecer alguns dados e assim, tornando-se um lead e avançando no funil de vendas.

Neste caso, os conteúdos devem ser mais generalistas, ou seja, com uma linguagem mais clara, menos técnica e de fácil entendimento.

Logo, aposte em conteúdos que visam ensinar esse visitante e respondam dúvidas, como:

  • O que é….?
  • Quais os benefícios..?
  • X Dicas para…?
  • Aprenda como…?

Os conteúdos mais usados nesse estágio, são:

  • Redes Sociais;
  • Posts de blogs (educativo, tutorial, entrevista…);
  • Webinars;
  • Vídeos;
  • Newsletters;
  • Ebooks introdutórios.

Lembre-se, ainda não é a hora de falar dos seus produtos, serviços, ou até mesmo da sua empresa!

Trabalhe com conteúdos de qualidade, para assim, fidelizar o seu prospect e engajar esse com o seu conteúdo.

O Conteúdo Ideal para o Meio do funil (MoFu)

IMG6 - JORNADA DE COMPRA

O meio do funil é o estágio onde o prospect vira lead, ou seja, ele reconhece que existe um Problema e busca por uma Solução.

Nesse estágio, o objetivo é aumentar a relevância do seu negócio e o valor percebido por esse lead, mas, vá com calma, ainda não é a hora de vender nada!

Mostre de forma objetiva, que a sua empresa tem a solução para o que ele busca, e é capaz de ajudá-lo a resolver problemas do dia a dia.

É preciso quebrar objeções, afinal, ele reconheceu que existe um problema e busca por uma solução, mas tem dúvidas se é a melhor opção para ele.

Portanto, o seu objetivo é entregar conteúdos aprofundados sobre o que ele busca, fortalecendo a sua autoridade e nutrindo esse lead.

Afinal, um lead em potencial irá fornecer seus dados de contato, em troca de conteúdos que visem sanar as suas necessidades.

Mas, atenção!!

O meio do funil é um estágio de extrema relevância, já que, quando esse lead não é trabalhado de forma eficaz, ele pode abandonar a jornada de compra.

Portanto, esses devem ajudar o lead na escolha da melhor solução, levantando questões como:

  • Você precisa mesmo de….?
  • Como escolher o melhor….?
  • Como não errar na escolha de….?

Aqui, o conteúdo é mais “vendedor” e deve fornecer mais detalhes sobre o que ele busca.

Logo, os conteúdos mais indicados são:

  • Templates;
  • Infográficos;
  • Ebooks;
  • Cursos;
  • Checklist;
  • Podcasts;
  • Ferramentas;
  • Whitepapers.

Por fim, seja sincero com o lead, ofereça opções além da compra, deixe claro que o objetivo é ajudá-lo e não vender a todo custo.

Estabelecer uma relação de confiança, será benéfico para quando o lead já estiver qualificado e puder passar para a próxima fase da jornada de compra.

O Conteúdo Ideal para o Fundo do funil (BoFu)

IMG7 - JORNADA DE COMPRA

Chegamos ao último estágio do funil de vendas.

Os leads que aqui chegam, são extremamente importantes para todo e qualquer negócio.

Eles já tomaram consciência do problema, buscaram por uma solução, e estão qualificados para serem abordados pelo time de vendas.

Logo, aqui o time de vendas entra para comprovar o valor da sua empresa e oferecer uma proposta atrativa para esse lead.

Se compararmos o fundo do funil com as etapas anteriores, o foco aqui muda um pouco, ou seja, as informações devem conduzir o lead até a compra.

Ou seja, devem responder perguntas do tipo: 

  • Por que eu devo comprar/contratar….?
  • Como ele funciona?
  • Qual o seu custo x benefício?
  • Quais as vantagens?

Logo, os conteúdos devem ser produzidos com o objetivo de persuadir o lead em potencial de que a sua empresa apresenta a melhor solução, aposte em:

  • Cases de sucesso;
  • Catálogo de produtos;
  • Depoimentos de clientes;
  • Tutorial;
  • Ofereça demonstração gratuita;
  • Cupons de desconto.

Por fim, toda relação construída até aqui, torna você autoridade e referência no nicho em que atua para esse lead.

Logo, esses enxergam a possibilidade de negociar com você, mostre que a sua empresa é a parceira ideal para eles.

Pós funil de vendas

Se você acredita que depois da venda o seu serviço “acabou”, está enganado!

A sua empresa conquistou um cliente que acredita no que você vende, e é muito mais fácil manter esse do que conquistar novos.

Afinal, sabemos que todo o processo para aquisição de novos clientes, envolve diversos investimentos.

Logo, o pós-venda é de extrema importância para manter o relacionamento criado nas etapas anteriores, empresa x consumidor.

E se pensarmos em ambiente digital, a fidelidade às marcas é um dos fatores mais importantes.

O objetivo aqui deve ser reter esse cliente, de forma a continuar agregando valor ao seu dia a dia.

Para isso, algumas estratégias podem ser usadas para que você consiga estrutura o processo de pós-vendas:

  • Tenha um suporte ao cliente;
  • Construa follow up para captar dúvidas e outras demandas pós-venda;
  • Trabalhe o relacionamento com eles, por exemplo, e-mails em datas comemorativas, criando assim, conexões emocionais;
  • Realize pesquisas de satisfação para colher feedbacks e entender melhor o seu cliente;
  • Crie conteúdos personalizados;
  • Entre outros.

Aqui, diversos conteúdos citados anteriormente, podem ser usados, além disso:

  • Videos explicativos;
  • Tutoriais avançados sobre a sua empresa, serviços e produtos;
  • Informe o cliente sobre lançamentos;
  • Crie comunidades exclusivas para esses clientes;
  • Entre outros.

Por fim, o funil de vendas é essencial para qualquer negócio, sendo um forte aliado para que você compreenda melhor o seu público.

Logo, será possível criar conteúdos personalizados e direcionados às suas necessidades, de forma mais assertiva.

Conclusão

Podemos compreender, que o funil de vendas está diretamente ligado ao Inbound Marketing e ao Marketing de Conteúdo.

Logo, é uma ferramenta indispensável na captação e atração de possíveis clientes.

Para isso, precisamos compreender cada etapa do funil de vendas, para assim, entregarmos o conteúdo certo para o público certo.

Lembrando que, o objetivo do funil de vendas, é educar o lead e guiá-lo da melhor forma até o final da jornada de compra, de modo que a venda seja efetivada.

Por fim, sabemos que mais do que criar estratégias para o funil de vendas, é importante ter estratégias para o pós-venda.

Afinal, manter um pós-venda é de extrema relevância na fidelização do seu cliente.

Além disso, ter um pós-venda integrado ao funil de vendas e marketing, com foco na experiência do consumidor, pode potencializar os resultados do seu negócio.

E se você quer aprender mais sobre Marketing Digital, assine a nossa newsletter e receba muitos conteúdos exclusivos diretamente no seu e-mail.

Arquétipos de Marca – Construindo a Identidade do seu Negócio

Arquétipo

Segundo Carl Gustav Jung, um psiquiatra e psicoterapeuta suíço, arquétipos são conjuntos de imagens geradas através de uma repetição progressiva.

Ou seja, tudo que acontece com os nossos antepassados, isto é, todas as suas experiências e vivências, moldam a nossa forma de ser.

Assim como nós, as marcas também possuem a sua própria personalidade. E essa personalidade é identificada por um Arquétipo.

Portanto, os arquétipos são responsáveis por criarem a personalidade da marca, o seu propósito, os seus valores e as suas crenças.

Mais do que estratégias de segmentação de mercado, é preciso entender como o seu público enxerga o mundo e quais são os valores que direcionam a sua vida.

Afinal, por que será que criamos uma conexão com determinadas marcas?

Neste artigo, você vai ver:

  • O que são arquétipos de marca
  • Qual a sua importância
  • Como escolher o seu arquétipo
  • Quais são os arquétipos de marca
  • Arquétipo na construção de uma marca de sucesso

O que são Arquétipos de marca?

Arquétipos são como personagens que estão em nosso inconsciente coletivo.

Ou seja, são padrões comportamentais que definem as nossas características e criam conexões com outros indivíduos através da identificação.

Logo, os arquétipos fazem com que os consumidores se relacionem com as suas marcas e criem uma conexão com ela.

Levando esse conceito para dentro de branding, arquétipos são as características, valores e propósitos de uma marca.

O conceito surgiu em 1919, com o psiquiatra e psicoterapeuta suíço Carl Gustav Jung.

Ele observou que os arquétipos eram mais do que imagens ideais de vida ou conduta humana, ou seja, eles eram os princípios básicos da motivação.

Em 1980, alguns estudos surgiram com a ideia de aproximar marketing e ciência, tal estudo chama-se Neuromarketing.

Em síntese, ele tentava explicar como o nosso cérebro respondia as propagandas. Mas, somente no início do século 21, o arquétipo ganhou o mundo.

Arquétipo é um conceito criado para que uma marca se posicione perante o seu público-alvo.

Logo, marcas que tem o seu propósito e suas características bem definidas, conseguem se comunicar melhor com o seu mercado.

Além disso, são capazes de otimizar o uso de seus atributos e acabam por conquistar a confiança do seu público.

Assim como, promover um estilo de vida capaz de impactar os seus consumidores.

Uma boa definição de arquétipo seria “imagens afetivas”, ou seja, imagens que transmitem alguma emoção.

Assim, os conteúdos passam de inconscientes para conscientes, logo, é possível controlar os comportamentos por meio de uma comunicação arquétipa.

Da mesma forma que as pessoas precisam de uma personalidade, as marcas também precisam.

Por fim, podemos dizer que os arquétipos são responsáveis por influenciar o modo como enxergamos e interpretamos as coisas, mesmo que inconscientemente.

Qual a sua importância?

Para quem acredita que esses arquétipos são usados no meio da publicidade e do marketing para fazer branding, acertou!

Diante de consumidores cada vez mais conectados, e ao mesmo tempo mais distantes, as marcas acabam exercendo o papel de um  relacionamento.

Ou seja, as marcas substituem algum relacionamento que falta na vida dos consumidores, é como se elas passassem a ser uma extensão de nós mesmos.

Logo, procuramos por marcas que tenham arquétipos aos quais representam aquilo que queremos ser. 

Assim, isso explica o porquê algumas marcas são tão valiosas e as “queridinhas” do público.

Mas, vale lembrar, que os arquétipos devem estar alinhados não só com a marca, mas também com o seu público.

Assim, ela será reconhecida inconscientemente, e como resultado o gatilho mental ao qual você deseja, será ativado.

Definir um arquétipo ajuda:

  • Transmitir a mensagem da Marca
  • Construir a sua imagem
  • Fidelizar a marca 
  • Criar engajamento com a marca
  • Construir uma comunidade
  • Gerar conversões e vendas

Logo, a sua marca acaba por criar uma conexão profunda junto ao público, ou seja, o relacionamento se torna mais intenso.

Afinal, o objetivo de toda marca não é só apresentar o que faz e ganhar leads. Acima de tudo, é agregar valor e ter um significado na vida do seu consumidor.

Assim, quando ele se deparar com menções a sua empresa, vai pensar: “Eu gosto dessa marca”!.

Por fim, a sua marca precisa se destacar e criar uma imagem condizente com as características do seu público, ou seja, que esteja relacionada com os seus clientes. 

Como escolher o seu arquétipo?

Sabemos que um produto ou serviço por si só, já não é o suficiente para fidelizar os seus clientes.

As marcas precisam se esforçar mais, ou seja, envolvendo, criando conexões e oferecendo um estilo de vida diferente de qualquer outro. 

Dessa forma, a sua marca passa a transmitir a sensação de que a necessidade do consumidor, pode ser atendida pela sua empresa.

Afinal, quando esses arquétipos são identificados pelo nosso cérebro, acabam por influenciar as nossas emoções e as nossas decisões. 

Antes de tudo, é primordial conhecer o seu público, o seu posicionamento no mercado e o que cada arquétipo representa.

Ou seja, ninguém olha a foto de um cachorrinho e imagina características como agressivo, pouco amigável ou antissocial.

Logo, quando pensamos em marcas, os arquétipos transmitem o mesmo significado.

Em outras palavras, apresentam aos consumidores as características por trás das marcas.

Mas, devemos escolher um arquétipo dominante e não todos.

Com essa estratégia, a sua marca torna-se visível para o mercado, além disso, passa a ter personalidade clara, bem definida e começa a gerar engajamento.

Logo, precisamos entender que definir o nosso arquétipo é de extrema importância na construção do nosso branding.

Assim, a sua marca começa a ser humanizada, e você consegue ter a percepção se está seguindo o caminho certo, respeitando a sua missão, visão e valores.

Quando pensamos em arquétipo de marca, é sobre isso que estamos falando.

Quais são os arquétipos de marca?

Agora que você compreende o que é arquétipo e qual a sua importância na construção do branding, vamos apresentar quais são eles.

Carl Jung, apresenta 12 tipos de arquétipos.

  1. O Inocente
  2. O Sábio
  3. O Herói
  4. O Fora da Lei
  5. O Explorador
  6. O Mago
  7. A Pessoa Comum
  8. O Amante
  9. O Bobo da Corte
  10. O Cuidador
  11. O Criador
  12. O Governante.

Ele acredita que todos nós nos encaixamos dentro das 12 opções, com um único arquétipo sendo dominante.

Vamos apresentar cada um deles para vocês.

O Inocente

Arquétipos - Inocente.

Como o próprio nome já adianta, esse arquétipo carrega como característica a  simplicidade, transparência, bondade e positividade.

O Inocente enxerga tudo de forma simples, busca resgatar a inocência da criança e mostrar o lado positivo de tudo.

Para ele, as coisas podem ser resolvidas de forma simples e descomplicada.

O seu objetivo é ser feliz e esforçar-se ao máximo para ser bom.

Marcas com esse arquétipo:

  • Coca-cola
  • Disney
  • Mc Donalds

O inocente busca uma forma de adequar o seu estilo de vida, a um modo mais natural e simples.

Ele deseja ser livre para ser ele mesmo, sem rótulos e sem imposições da sociedade.

Na prática, marcas que estão ligadas a bondade, simplicidade e que trazem valores sólidos na sua identidade, se encaixam melhor a esse arquétipo.

Seus produtos e serviços fornecem uma resposta objetiva e simples a possíveis contratempos fáceis de identificar.

O arquétipo do inocente é mais sensível aos preços.

O Sábio

Arquétipos - Sábio

A razão de existir desse arquétipo, é o conhecimento. 

O sábio está sempre em busca de aprender coisas novas, estimula o aprendizado e tem como base a informação.

Seu objetivo é ajudar o mundo a obter sabedoria, valorizando muito o ato de pensar.

Para esse arquétipo, o ato de compartilhar conhecimento é uma forma de entender o mundo.

O sábio traz em suas características a sabedoria, a inteligência, o aprendizado, a evolução e uma visão de mundo diferente.

Marcas com esse arquétipo:

  • Google
  • Harvard
  • FGV

O sábio é o arquétipo especialista, entretanto, metódico e detalhista. 

Na prática, produtos que estimulem a criatividade e fazem o seu público pensar e raciocinar, se adequam a esse arquétipo.

Logo, escolha esse arquétipo se for capaz de provar que todas as informações estão baseadas em dados e fatos.

O Herói

Arquétipos - Herói

Esse arquétipo é conhecido por correr atrás dos seus objetivos, não medindo esforços para conquistar o que deseja.

O seu objetivo é mudar o mundo, quer e busca fazer a diferença, de forma a não mostrar a sua vulnerabilidade.

Em suas características podemos destacar a coragem, a dedicação, o esforço, a força e a confiança.

Esse arquétipo é altamente produtivo e está sempre pronto para encarar os desafios que aparecem em seu caminho.

Para o herói tudo é possível, basta esforço e dedicação.

Marcas com esse arquétipo:

  • Nike
  • Avengers
  • Adidas

O arquétipo do herói é veloz, ágil e dinâmico, além de muito disciplinado.

Busca focar todos os seus esforços em ser melhor e se destaca pelas escolhas difíceis, priorizando sempre o que é necessário e fazendo tudo aquilo que precisa ser feito. 

Na prática, marcas que trabalham com produtos inovadores e causam impacto, trazem o herói na sua identidade.

Esse arquétipo trabalha com preços moderados, e busca ajudar o seu público a alcançar resultados ainda melhores.

O Fora da Lei

Arquétipos - Fora da Lei

Esse arquétipo é também chamado de Rebelde, logo, são as marcas que possuem seus próprios valores, estão fora das regras sociais.

O fora da lei não mede esforços para fazer o que acredita, e a sensação de incômodo ao que desrespeito a sociedade, fazem com que ele revolucione o que está ao seu alcance. 

O seu objetivo é quebrar regras, gostam da liberdade e trazem soluções inovadoras e disruptivas.

Características como a rebeldia, a revolução e a quebra de padrões, fazem parte do arquétipo fora da lei.

Além disso, ele apresenta uma postura sarcástica e desajustada, possui o desejo de ser temido e não adorado.

Marcas com esse arquétipo:

  • Apple
  • Harley-Davidson
  • Chilli Beans

O fora da lei é fiel aos seus valores, e precisa atrair a atenção para si, muitas vezes faz as coisas com a intenção de chocar.

Na prática, os consumidores se identificam com essa personalidade, e desejam criar algo fora do padrão.

Trabalhe com preços mais baixos, isso vai ajudar a sua marca a alcançar esse público.

O Explorador

Arquétipos - Explorador

Esse arquétipo carrega com si outros dois arquétipos: o criativo e o herói.

O explorador acredita que a partir de pequenas mudanças em nossa rotina, conseguimos alcançar a sensação de plenitude e felicidade.

Esse arquétipo, tem como objetivo explorar o mundo e conquistar a sua liberdade, está sempre em busca do novo, sem medo.

Em suas características temos a ambição, a inquietação, é aventureiro, independente e individualista.

Marcas com esse arquétipo:

  • Land Rover
  • Discovery
  • Heineken

O Explorador está associado à geração Y, que está sempre em busca da sua individualidade.

Esse arquétipo está presente em marcas que tiram o consumidor da zona de conforto.

Além disso, incentivam esses a viverem experiências incríveis e desafiadoras.

O Mago ou Mágico

Arquétipos - Mago

Como seu próprio nome sugere, esse arquétipo está ligado à magia e a transformação do senso comum e da realidade, sempre acompanhada de um propósito.

O mago procura entender a visão das leis fundamentais do universo, mas, nem sempre pensa nas consequências.

Esse arquétipo carrega como alicerce essa transformação do senso comum e da realidade, mas, nem sempre pensa nas consequências.

O seu objetivo é criar algo especial, fazer dos sonhos realidade. O mago busca expandir a consciência das pessoas, inspirar  e ajudar essas a transformarem o seu mundo.

O mago traz em suas características o carisma, a coragem, a liberdade, é visionário, misterioso e sonhador.

Marcas com esse arquétipo:

  • Harry Potter
  • Nubank
  • Red Bull

Esse arquétipo simboliza a sabedoria mágica, ele usa da tecnologia, ciência e religião para compreender os mecanismos que conduzem as coisas e as pessoas no universo.

O Mago encoraja os consumidores a viverem experiências que desejam, mas nunca tiveram coragem.

Se a sua empresa tem como propósito oferecer momentos mágicos e mexer com a consciência do seu público, o Mago pode ser um caminho.

A Pessoa Comum

Arquétipos - A Pessoa Comum

Esse arquétipo também é chamado de cara comum, ou seja, ele deseja ser igual aos outros e  deseja fazer parte do grupo, sendo mais um em meio a tantos.

A pessoa comum não deseja se destacar em meio a multidão, prefere ter o mesmo que as pessoas à sua volta.

Seu objetivo é se conectar de forma efetiva na sociedade, trazendo um diálogo simples e acessível.

Esse arquétipo possui como característica a igualdade, conexão, pé no chão, é amigável e solidário.

Marcas com esse arquétipo:

  • Havaianas
  • GAP
  • Nivea

Esse arquétipo é o mais democrático e se faz presente em vários nichos da sociedade, e não costumam expor as suas convicções.

Na prática, esse arquétipo é usado por marcas que passam a ideia de que todos são iguais, e o seu produto não é destinado a um público específico.

Ela compreende que não deve diferenciar os seus produtos considerando raça, religião ou classe social.

O Amante

Arquétipos - O Amante

Esse arquétipo tem como foco as relações, ou seja, busca relacionar-se com outras pessoas e carrega o desejo de ser envolvente.

O Amante tem seu foco nos 5 sentidos e busca criar uma experiência multissensorial, prezando sempre pela exclusividade e a alta qualidade.

Como características ele traz a sensualidade, o comprometimento, a ousadia, a personalização e o bem-estar.

Marcas com esse arquétipo:

  • Dior
  • Channel
  • Victoria’s Secret

O Amante está relacionado a várias marcas, principalmente a marcas ligadas ao mundo da moda e nas indústrias de cosméticos.

Marcas que oferecem um produto exclusivo e personalizado, carregam o amante na sua identidade, fazendo o consumidor se sentir único.

O Bobo da Corte

Arquétipos - O Bobo da Corte

Esse arquétipo também pode ser chamado de Comediante, ele acredita no bom humor e busca levar a vida de forma simples, tranquila e despreocupada.

O bobo da corte tem como objetivo se divertir, levando alegria para todos que estão à sua volta, sem se estressar.

Logo, em suas características encontramos a alegria, a leveza, o bom humor, é divertido, irreverente e carismático.

Marcas com esse arquétipo:

  • Skol
  • Trident
  • Pepsi

Esse arquétipo é autêntico e sincero, quer ser aceito, mas deseja que as pessoas o aceitem como ele é, extrovertido e espontâneo.

Marcas com uma personalidade disruptiva e inovadora, trazem esse arquétipo em sua personalidade.

Seus produtos são de fácil acesso e consumidos em grande escala.

O Cuidador ou Prestativo

Arquétipos - O Prestativo

Esse arquétipo carrega consigo o desejo em ajudar o próximo, não medindo esforços para isso.

Seu objetivo é apresentar soluções que visem oferecer uma vida melhor aos seus consumidores. 

Para o cuidador, as pessoas são o foco, assim como as suas necessidades.

Como características, podemos ressaltar a proteção, o afeto, a generosidade, altruísta e compassivo.

Marcas com esse arquétipo:

  • Amazon
  • Nestlé
  • Johnson & Johnson

Esse arquétipo teme as dificuldades e impactos que isso pode gerar na vida das pessoas que possuem menos condições.

O cuidador está presente em marcas que se posicionam diante de assuntos sociais e ambientais.

Esse arquétipo também está presente em marcas sem fins lucrativos.

O Criador

Arquétipos - O Criador

Esse arquétipo carrega a criatividade em sua personalidade e está sempre pensando em projetos que sejam capazes de fazer a diferença na vida das pessoas.

O criador é aquele arquétipo que coloca a mão na massa e usa da sua imaginação para mudar o mundo.

Tem como objetivo criar algo de valor duradouro, deixando a sua marca registrada e não para até alcançar o seu objetivo.

Invenção, criatividade, espírito empreendedor, transformador e nada conformista, são algumas características encontradas nesse arquétipo.

Marcas com esse arquétipo:

  • Pixar
  • Lego
  • Netflix

Dentro do marketing, quase todos se expressam por meio da criatividade, seja por meio da decoração ou artes em geral.

Na prática, o criador está presente nas marcas inovadoras e que estimulam o consumidor a buscar alternativas criativas para o seu problema.

Esse arquétipo fornece aos seus consumidores, todas as oportunidades disponíveis às quais ele terá ao adquirir os seus produtos.

Além disso, marcas que buscam se diferenciar no mercado, carregam esse arquétipo em sua personalidade.

O Governante

Arquétipos - O Governador

Por fim, chegamos ao nosso último arquétipo, O Governante.

Esse arquétipo traz a liderança com ele, possui grande facilidade para se expressar e discursar com o intuito de unir pessoas em volta de uma ideia.

O seu objetivo é colocar ordem em meio ao caos, controlar e exercer o poder.

O governante se sente super confortável no meio da multidão, além disso, o poder persuasivo faz parte da sua personalidade.

Apesar de ter carisma, quando preciso se mostra autoritário e não poupa forças em seu discurso.

Como características podemos citar a liderança, é organizado, persuasivo, procura por produtos de qualidade e status.

Marcas com esse arquétipo:

  • Microsoft
  • Mercedes-Benz
  • Johnnie Walker

O governante está sempre no poder, lida com diversas responsabilidades e sempre com muita competência.

Podemos dizer, que esse arquétipo se preocupa com o bem-estar geral.

Na prática, marcas que trazem a ideia de poder aos seus consumidores, luxo e tradicionalidade, carregam esse arquétipo.

É necessário unir segurança, luxo e poder.  

Os preços dessas marcas são os mais altos do mercado, agregando o valor  de status, poder e luxo ao seu produto.

Arquétipo na construção de uma marca de sucesso

Com o mercado cada vez mais competitivo, as marcas têm a difícil tarefa de fazer com que o seu público perceba os seus produtos.

Logo, é preciso que as marcas tenham o seu posicionamento muito bem definido na mente dos consumidores.

Apesar de ainda ser desconhecido ou até mesmo desconsiderado por algumas pessoas, os arquétipos funcionam como um modelo comportamental do nosso público.

Ou seja, eles são capazes de despertar emoções e consequentemente influenciar o processo de decisão dos consumidores.

Assim, quando um arquétipo está bem alinhado à marca, é mais fácil do público identificá-la diante das concorrentes. 

Portanto, o primeiro passo é escolher o arquétipo que se adeque melhor não só a sua marca, mas também aos seus consumidores.

Entenda que, quando os seus produtos estão emocionalmente alinhados, mesmo que inconscientemente eles são reconhecidos pelo público.

Além disso, o relacionamento marca x consumidor, é criado através de conexões profundas, e isso é feito ativando gatilhos mentais certos.

Afinal, com o seu posicionamento bem definido, a comunicação se torna mais assertiva, sendo o primeiro passo rumo ao sucesso nas vendas.

É preciso que o consumidor entenda as diferenças entre a sua marca e as demais presentes no mercado.

Por fim, podemos dizer que os arquétipos são importantes ferramentas dentro do marketing de qualquer negócio.

Para isso, é de extrema importância que as marcas entendam o seu significado, ou seja, tenham claro o seu propósito.

Assim, marcas terão bons produtos, boas estratégias, um melhor posicionamento, uma comunicação mais assertiva, e com isso,  surge a percepção de valor da marca.

Conclusão

Em resumo, podemos afirmar que  os arquétipos são responsáveis por criar uma conexão entre os consumidores e as marcas.

Com isso, através de gatilhos mentais, acabam por influenciar o modo como enxergamos e interpretamos as coisas, mesmo que inconscientemente.

Lembrando que, o objetivo de toda marca não é só apresentar o que faz e ganhar leads. 

É preciso agregar valor e ter um significado na vida do seu consumidor.

Tais arquétipos ajudam não só a criar uma relação com o público, mas também transmitir valores da marca e o seu propósito.

Tenha em mente para que a sua marca existe e como ela quer se posicionar, tornando a comunicação mais assertiva e garantindo o sucesso das vendas.

Sendo assim, qual o arquétipo da sua marca?

E se você quer aprender mais sobre Marketing Digital, assine a nossa newsletter e receba muitos conteúdos exclusivos diretamente no seu e-mail.

Google Analytics – Aprenda como configurar em seu site.

IMG1 - Google Analytics

O Google Analytics é uma ferramenta de extrema importância para monitorar e analisar um negócio digital.

O seu objetivo é extrair dados relevantes para as suas estratégias de marketing digital.

Tal monitoramento, é feito através de códigos de rastreamento que são inseridos em seu site.

A princípio, trata-se de uma ferramenta gratuita.

Além disso, o site do Google Analytics pode ser integrado a outros serviços do Google, como o Ads e o Search Console.

Ele disponibiliza dados como: 

  • O perfil de quem acessa o seu site
  • Páginas mais acessadas
  • Taxas de conversão
  • E outros dados relevantes para a sua estratégia. 

Ou seja, o Google Analytics te dá acesso ao tráfego, identificando as principais fontes para que você otimize estes canais.

Assim, com essas informações, você consegue traçar estratégias on e offline de forma mais consistente para o seu negócio.

Bem como, acompanhar os resultados digitais em tempo real.

Neste artigo, vamos ensinar como:

  • Instalar o Google Analytics
  • As suas configurações básicas
  • Como gerar código de acompanhamento
  • Como automatizar os relatórios da plataforma.

Por que fazer a configuração do Google Analytics?

IMG2 - Google Analytics

Se você é novo no mundo dos sites e métricas, deve estar se perguntando: O que faz o Analytics ser tão bom?

Antes de mais nada, o Google Analytics responde a toda e qualquer pergunta sobre o tráfego do seu site.

Logo, oferecendo maior clareza sobre o comportamento do seu público.

  • Quem é o público que acessa? 
  • Em qual página o público passa mais ou menos tempo? 
  • Qual é o ticket médio das compras que as pessoas realizam? 

Portanto, em tempos de consumo on-line crescente, esse tipo de informação é primordial.

Primeiros passos

IMG3 - Google Analytics

Antes de tudo, para começar a sua jornada no Google Analytics, você vai precisar de uma conta do Google.

Ou seja, recomendamos que você crie uma conta profissional e de uso exclusivo para os assuntos do site.

Ela será utilizada enquanto esse domínio existir.

Código de Acompanhamento

IMG4 - Google Analytics

O código de acompanhamento é a ponte entre o seu site e a conta do Google Analytics. 

Logo, você deverá adicioná-lo ao código das suas páginas para no futuro poder rastreá-las. 

Posteriormente, falaremos sobre esta instalação.

A princípio, para gerar o código de acompanhamento do Google Analytics, siga o passo a passo:

  1. Vá até o site do Analytics e clique no botão superior direito “Criar uma conta” ou faça o login se já tiver uma conta gmail.

2. Faça o login e clique em Inscreva-se.

3. Preencha esta nova página com as informações sobre o seu site para que o código possa ser gerado corretamente:

  • Em “O que você deseja acompanhar?” : selecione Website ou Aplicativo.
  • “Nome da Conta”, coloque o nome que identificará a conta, como por exemplo “E-commerce X”.
  • “Nome do Website”, insira corretamente o nome do site.

Se você tiver um domínio para cada segmento do seu site, especifique “Site do e-commerce X B2B” e “Site do e-commerce X B2C”;

  • Em “URL do site” coloque o endereço do site a ser analisado. Aqui é o endereço geral e não o de uma página específica.
  • Categoria do setor não é uma opção obrigatória, mas é legal selecioná-la para ter melhores insights no futuro.
  • O Fuso Horário também não é obrigatório, mas a sua configuração correta irá te ajudar (e muito!) a analisar os hábitos de navegação dos visitantes.
  • Em “Configurações de compartilhamentos de dados” você permite que seus dados sejam analisados pelo Google e especialistas. 
  • Leia com atenção e assinale as melhores opções para você e para a sua empresa.

4. Aceite os termos.

Pronto!

Você gerou o código de acompanhamento do seu site, dessa forma já pode trabalhar com ele.

Instalação do Código

IMG5 - Google Analytics

Lembra que falamos sobre adicionar o código de acompanhamento nas páginas?

Agora é a hora.

Antes de tudo, verifique se você tem acesso à edição do seu website.

Você encontra essa informação em: “Acesso” > “Acesso ao WordPress”, ou qualquer outro sistema de gerenciamento de conteúdo.

Entretanto, caso não tenha, solicite essa permissão ou trabalhe em parceria com quem tem acesso ao back-end do seu site.

Essa pessoa é o desenvolvedor do seu site ou app, ou alguém da equipe de TI.

Em seguida, com o acesso em mãos, vá a página do Google Analytics e copie o código “Acompanhamento de website”.

Depois disso, siga o passo a passo:

  1. Faça o login no WordPress ou abra o código HTML do seu site.
  2. Em gerenciadores de conteúdo como o WordPress, acesse Aparências > Editar, caso tenha outra plataforma, acesse o arquivo “index.html”.
  3. Insira o código “Acompanhamento de website” copiado no topo do site logo antes de </head> no HTML.

E pronto!

Achou o passo a passo complicado?

Saiba que existem dois plugins que podem facilitar este trabalho.

O Insert Headers and Footers, por exemplo, adiciona scripts extras tanto no header quanto no footer do seu site ou blog.

Para o caso deste código, você deverá adicionar no header.

Já o Google Analyticator é um dos plugins mais famosos para a instalação do Analytics, com mais de 3.5 milhões de downloads.

Como Usar? Configurações Básicas

IMG6 - Google Analytics

Agora, vamos começar a configuração inserindo o código de acompanhamento em todas as páginas do seu site.

Com todas as páginas “codificadas”, é só aguardar.

Os dados começam a ser coletados em 24 horas.

Vale lembrar, que o Google Analytics possui inúmeras possibilidades e quanto melhor configurado ele estiver, mais dados estruturados ele é capaz de gerar.

Dica de ouro:

Há um canal no Youtube da própria ferramenta com dicas e cursos sobre o Analytics.

Você também pode acessar o suporte do Google e buscar as respostas que procura.

Automatizando Relatórios

IMG7 - Google Analytics

Agora que você já adicionou o código em todas as páginas do site, é hora de ir atrás dos relatórios.

Sabemos que o Google Analytics oferece várias métricas, além disso, permiti combinar a visualização de campanhas, metas, eventos, entre outros.

Contudo, quando correlacionadas podem gerar resultados ainda mais claros para o Marketing Digital.

Logo, os relatórios automatizados do Google Analytics existem para suprir essa necessidade.

Sendo assim, você seleciona as informações a serem correlacionadas e o Analytics resolve essa tarefa.

Primeiro passo para começar a criar Relatórios

IMG8 - Google Analytics

Primeiramente, para começar a criar relatórios no Google Analytics, precisamos criar uma pasta no Google Drive. 

Em seguida, com a sua conta no gmail ativa, você tem acesso a esta ferramenta.

Vamos supor que o nome da pasta seja “Empresa X”.

  1. Abra essa pasta e crie uma nova planilha dentro dela. Salve.
  2. Agora clique na engrenagem no canto superior direito da pasta do Drive e depois em “Settings”. 
  3. Quando a janela abrir, vá até “Manage Apps” e clique em “Connect more apps”.
  4. Vá até a parte de busca e digite script . Depois, clique em “Connect” para o Google Apps Script.
  5. Agora crie um script da mesma maneira que você criou uma planilha. Não se esqueça de que ele deve estar dentro da mesma pasta criada anteriormente.

Em seguida, é hora de habilitar a API do Google Analytics.

O API nada mais é, que um conjunto de padrões que permitem a criação de plataformas de maneira mais prática.

Habilitando a API do Google Analytics

IMG9 - Google Analytics

Antes de tudo, abra o Script criado e vá em Resources (no topo da tela) > Advanced Google Services.

  • Na janela aberta, ative o Google Analytics API. Basta clicar em “off” para que “on” seja ativado.
  • Vai surgir uma mensagem para habilitar o serviço Google Developers Console. Clique no link deste aviso e digite analytics no campo de busca dessa nova página.
  • Selecione “Analytics API” e clique em “Enable”.

Enfim, está tudo pronto para você de fato desenvolver o relatório!

Criando um relatório no Analytics

IMG10 - Google Analytics

Antes do desenvolvimento, você deve entender quais são os passos a serem realizados pelo script para a montagem deste relatório.

Ou seja, vamos supor que a ideia é buscar as cinco páginas mais acessadas nos últimos 30 dias e listá-las em uma tabela. 

Além disso, queremos saber o tráfego de cada uma nos 30 dias anteriores. Também queremos que essa variação apareça em uma terceira coluna.

Para o caso desta hipótese, passaremos por 6 etapas:

  1. Acesse a API do Google Analytics e extraia as páginas mais acessadas no blog;
  2. Detecte quais são as cinco páginas mais acessadas;
  3. Busque os acessos dessas páginas nos 30 dias que antecedem;
  4. Calcule a variação no tráfego;
  5. Insira os dados na planilha;
  6. Configure um gatilho para executar este código periodicamente.

Em seguida, vamos escrever o código que dará origem a este relatório:

Para extrair os dados que queremos, utilizamos a função a seguir:

Onde:

  • “Tabled” é o valor referente ao perfil de acesso à conta. 
  • “StartDate” é a data do início do período dos dados coletados. 
  • “EndDate” é a data final deste período.
  • “Metric” são os valores referentes às métricas a serem analisadas
  • “Option” é o objeto com algumas opções de busca.

Por fim, chegou a hora de inserir os primeiros códigos. 

Vamos começar configurando o período da busca. 

Como o Analytics utiliza a formatação americana (yyy-mm-dd), utilizaremos uma função para ajustar a data que queremos. 

Logo, vai ficar assim:

No final deste código utilizamos o Logger. 

Ele imprime os valores que podem ser lidos em View > Logs. 

Em seguida, é hora de inserir a função para coletar dados do Analytics:

Aqui definimos as variáveis para os parâmetros que escolhemos e criamos o objeto com as ações. 

Ou seja, aqui utilizamos a função que o Apps Script oferece para acessar a API.

Por fim, vamos passar os valores para uma tabela e imprimir.

Para inserir os resultados na planilha, adicionamos este código no final da função anterior:

Neste código, acessamos a planilha com o Spreadsheet App. 

Para isso, basta inserir a url da planilha criada para o projeto (aquela que está no Drive).

Com a planilha salva em uma variável, definimos qual aba utilizaremos. Neste caso, será Sheet 1.

Ainda com a aba selecionada, criamos uma variável com o range dos dados da tabela. 

Ele é definido pela posição da primeira célula (linha+coluna) e depois com o tamanho em linhas e colunas. 

Tais tamanhos, foram obtidos pela propriedade “length” da variável, a qual contém os valores.

Agora é a vez de coletar os valores do mês anterior.

De antemão, vamos repetir o processo dos dados do último mês, alterando as datas de início e fim dos períodos.

Logo, vamos usar uma nova data two Months Ago.

E então faremos uma nova requisição para o GA:

Como estes resultados estão em uma ordem diferente, devemos fazer uma busca para cada linha da tabela que queremos analisar.

Aqui criamos um loop que passa em cada linha e procura se a página é a mesma em todos os novos resultados.

Caso seja, este loop adiciona valor à linha e também uma variação de posição do mês anterior ao mês atual.

Por fim, devemos alterar a primeira linha da tabela editando a linha onde definimos.

Ela vai de:

 para:

Agora é só inserir a sequência a seguir no final do código para adicionar estes novos dados na tabela.

Atualize a planilha e veja os resultados!

Para que o seu código seja executado periodicamente, clique no relógio do menu do Apps Scripts e depois em “adicionar novo trigger”. 

Selecione qual função e com que frequência este relatório deve ser executado.

Agora você tem um relatório personalizado e automatizado!

Faça experimentos com as funções e adapte o código às suas necessidades.

Conclusão

Por fim, o Google Analytics é a ferramenta ideal para decolar o Marketing Digital da sua empresa. 

Ou seja, ele é autoridade, gratuito e permite o uso de inúmeras funções.

Porém, se sentir dificuldade na hora de automatizar os relatórios, peça ajuda a um profissional e observe. 

Logo, o processo pode ser mais simples do que você imagina.

Quer saber mais sobre as estratégias de tráfego?

Assine a nossa newsletter e receba muitos conteúdos exclusivos diretamente no seu e-mail.

Phygital – Integração entre o mundo online e o mundo offline

IMG1: PHYGITAL

Você já ouviu falar em Phygital?

Apesar de não ser um assunto novo, algumas empresas ainda não conhecem esse conceito.

Mas, com os avanços na transformação digital muitas já estão olhando com mais atenção para ele.

Logo, todo negócio quando pensa em consumidor, precisa estar atento a esse conceito e investir em estratégias visando uma melhor experiência para o seu público.

Lembrando que, a experiência do consumidor deve ser levada em consideração independente do canal, seja ele físico ou digital. 

Afinal, sabemos que a tecnologia tem mudado muito a forma como nos comunicamos e nos relacionamos, e o meio digital traz novas demandas.

Precisamos mudar de forma rápida, afinal, essa constante transformação representa uma ruptura nos atuais modelos.

Neste artigo, vou vai encontrar:

  • O que é o Phygital
  • Quem são os consumidores Phygital
  • As tecnologias para a experiência Phygital
  • O impacto na jornada e na experiência do consumidor
  • Como aplicar o phygital na sua empresa

O que é Phygital?

Phygital significa a integração entre o mundo online e o offline.

Ou seja, o mundo físico com o mundo digital, visando uma melhor experiência para o consumidor e maior engajamento.

Na década de 90, muitos acreditavam que um dia o mundo seria 100% digital, e que todas as nossas tarefas seriam realizadas no meio online.

Então, em 2007 nos EUA, Steve Jobs apresentou ao mundo o iPhone.

Enfim, tínhamos todos os dados que queríamos à nossa disposição, e tudo de forma organizada.

Com isso, o mundo físico passou a não ser o suficiente, e a partir daí surgiu um abismo entre todas as facilidades oferecidas no meio digital para o mundo físico.

O que antes era apenas um ambiente para buscas, se tornou um terreno fértil para novos modelos de negócios.

Logo, começaram a surgir as propagandas e o comércio online, o qual teve um aumento de 40% em março, registrando 1,66 bilhões de acessos. Confira os dados.

Vale ressaltar que muitas empresas já nasceram no meio digital, como a Sallve, por exemplo.

A empresa de cosméticos fundada pela blogueira Julia Petit, Márcia Netto e Daniel Wjuniski, é a primeira empresa DNVB (Marcas Digitais Nativas Verticais).

Ou seja, nascida no meio digital e uma das mais populares nas redes sociais.

Em contrapartida, temos as empresas mais tradicionais, que iniciaram suas atividades no meio físico e com o tempo foram migrando para o meio digital. 

Tudo isso, alinhado a uma boa estratégia de branding e marketing digital.

Para muitos especialistas, o phygital é o presente e o futuro da experiência do consumidor.

Empresas precisam estudar meios de integrar o online com o offline, de modo a estar presente onde e quando o consumidor precisar.

Além disso, é preciso mudar o seu mindset de forma rápida e efetiva.

Consumidor Phygital

Segundo dados apresentados pelo índice MCC-ENET, no primeiro trimestre de 2021, a quantidade de consumidores do e-commerce já era de 17,20%.

Sendo que no mesmo período em 2020 era de 12,3%.

Por conta do coronavírus, muitas pessoas acabaram aderindo ao home office, o que equivale a quase 60% da população.

Segundo uma pesquisa realizada pela Hibou, empresa de monitoramento de mercado e consumo.

Com isso, muitas pessoas passaram a usar com mais frequência os meios digitais, bem como, conhecer mais as características dele.

Como por exemplo, a variedade de produtos e ganho de tempo.

Logo, os consumidores passaram a esperar o mesmo das lojas físicas, ou seja, todos os ganhos positivos trazidos pelo meio digital acabaram ultrapassando o varejo físico.

Assim, as empresas de todos os segmentos, viram a necessidade do look and feel somado à conveniência digital.

IMG2: PHYGITAL

O consumidor phygital, já alcançou um estágio de maturidade onde ele entende que ambos os mundos não são mais distintos.

Esse busca uma melhor experiência e o que proporciona um maior ganho para ele.

Características do consumidor Phygital

  • Exigente: ele costuma comparar a sua jornada de compra nos diferentes segmentos do mercado, e espera que todos sejam iguais, sem barreiras e simples.
  • Desconfiado: Está sempre atento aos acordos e propostas que são feitas para ele.
  • Consistente: Costuma pesquisar o que deseja em diversos meios e espera que todos apresentem as mesmas condições e até a mesma linguagem.
  • Sempre informado: Prioriza informações rápidas e está sempre atento aos sites que garantem maiores benefícios. 
  • Infiel: Por ter diversas opções no meio digital, costuma trocar de marca com mais frequência e busca sempre conhecer algo novo.

O consumidor phygital, já tem conhecimento das infinitas possibilidades disponíveis no meio digital.

Ele busca sempre comparar preços e opções de forma simples e rápida. 

Para isso, ele quer transitar do meio digital para o físico sem encontrar nenhuma dificuldade, seja dentro da loja ou na casa dele.

Portanto, cabe às empresas entenderem qual o melhor caminho a seguir para conseguirem realizar a integração dos canais.

Sempre com o objetivo de aperfeiçoar a experiência do consumidor.

Ou seja, não pode haver barreiras na comunicação, é preciso combinar a inteligência artificial com os dados.

Para assim entender as expectativas do consumidor e sanar todas possíveis.

Ao contrário do que alguns podem pensar, não é criar estratégias para que esse consumidor esteja no centro.

Mas sim, estar presente e fornecer a ele a liberdade de escolher o que for melhor.

Esses esperam por uma melhor experiência, conteúdos em redes sociais que sejam relevantes, um ótimo atendimento, entre outros. 

Por isso, conhecer quem são os seus consumidores e o que eles esperam, é de extrema importância.

Afinal, não temos como criar estratégias de marketing sem conhecer o nosso público alvo. 

Tecnologia Phygital

IMG3: PHYGITAL

Não temos como falar da integração do meio digital com o físico, sem falar em tecnologia, não é mesmo?

Afinal, ela é primordial para que os consumidores consigam usufruir ao máximo dos benefícios que podem ser oferecidos.

Logo, é preciso obter conhecimentos multidisciplinares no que tange à tecnologia.

Conheça algumas tecnologias indispensáveis.

Inteligência Artificial

Com ela, conseguimos entender os padrões, nos antecipar às mudanças, as tendências e captar melhor os dados disponíveis para essa análise.

No phygital é essencial o uso dela, já que no meio digital essa análise de dados ocorre de forma diferente.

Internet das Coisas

Ela é responsável por conectar itens do meio físico ao meio digital, criando uma experiência phygital mais direta. 

Por exemplo, a Alexa, assistente virtual da Amazon. Ela é capaz de nos manter conectados de forma simples e sem o uso de celulares.

Realidade Aumentada

Une o mundo físico com o digital, através da criação de experiências digitais, oferecendo maior praticidade e conforto na hora da compra.

Por exemplo, o QR Code, que apresenta todas as informações relevantes ao cliente sobre um determinado produto.

Reconhecimento Facial

Lembrando, que a privacidade dos dados devem ser respeitadas, é uma forma que visa garantir maior segurança aos consumidores.

Com ela é possível indicar produtos de acordo com o perfil do consumidor, como resultado é possível potencializar estratégias de venda.

O impacto phygital

IMG4: PHYGITAL

Ter uma boa estratégia phygital, pode contribuir para que o consumidor permaneça evoluindo de forma positiva na jornada de compra.

Portanto, é preciso mudar a forma de abordagem, ou seja, precisamos entender e conhecer a jornada de compra do consumidor e nos adequarmos a ela.

Precisamos ter em mente os pontos de atenção dentro dos canais de comunicação.

Lembrando sempre que o consumidor não está só na loja, mas sim em casa adquirindo produtos no meio digital e pesquisando por esses.

Assim, qualquer informação divergente que conste do meio digital para o meio físico, sendo ela: preço ou qualquer outra, causa frustrações nos consumidores.

Logo, é primordial criar estratégias que estejam voltadas para o cliente e na experiência dele com a marca, de forma sólida e personalizada.

O consumidor busca e precisa ter as suas necessidades atendidas em todos os canais da empresa e de forma totalmente integrada.

Ou seja, tanto no meio digital como no meio físico, o consumidor deve ter a possibilidade de realizar o que deseja independente do canal.

Afinal, isso é o que torna a sua experiência simples e ágil.

Aplicando o Phygital

Sabemos que tratar bem e com respeito os nossos clientes, é essencial no processo de fidelização.

E isso independe do canal de comunicação, seja ele digital ou físico.

Afinal, ter clientes engajados com a nossa marca e verdadeiros divulgadores dela, é o que todo negócio busca, independente do seu segmento ou porte.

Antes de tudo, precisamos pensar em todos os possíveis contratempos que podem aparecer na experiência do consumidor.

E assim, nos anteciparmos e oferecermos soluções rápidas.

Por exemplo, desde a experiência dele na navegação do nosso site, até o as técnicas usadas de customer experience.

Um consumidor insatisfeito pode custar mais do que você pensa.

Logo, todas as estratégias phygital, devem ser criadas pensando sempre em melhorar a experiência do consumidor, e consequentemente aumentar o retorno.

Com base nisso, vamos apresentar alguns passos para você aplicar o phygital no seu negócio.

Invista no Omnichannel

Não temos como falar de comunicação em múltiplos canais, sem apresentar um tom de voz que esteja alinhado com a marca e uma comunicação personalizada.

Logo, a estratégia omnichannel serve para padronizar a comunicação em todos os canais do seu negócio, e o intuito é engajar o seu público com a marca.

Ou seja, quando as pessoas são bem atendidas nos canais digitais, elas esperam o mesmo atendimento quando vão até as lojas físicas.

O omnichannel tem como objetivo oferecer uma única jornada ao consumidor, com excelência e enxergando ele como o centro das atenções 

Integração do digital com o físico

Podemos e devemos criar ações de marketing integradas.

Apesar de a plataforma ser diferente, com um bom planejamento e criatividade podemos unir o mundo digital e o físico.

O objetivo pode ser criar uma rede de networking, atrair parcerias, estimular as vendas, além de oferecer uma experiência única ao público.

Portanto, é preciso conhecer bem os canais que podem ser explorados, com o objetivo de chamar a atenção e engajar o consumidor nas diferentes plataformas usadas pelo seu negócio.

Entender o comportamento e as preferências do nosso consumidor, contribui e muito nesse processo.

Despertando neste, o desejo de compartilhar essa experiência com outras pessoas.

Ofereça experiências únicas

Marketing de experiência ou marketing sensorial, é uma área que tem como objetivo surpreender os consumidores em locais onde eles não esperam receber informações de marketing.

Logo, através de uma boa ação, você consegue surpreender o consumidor e fazer com que esse sinta-se parte da empresa.

Afinal, sabemos que pessoas compram mais que produtos e serviços, elas compram as experiências e as sensações oferecidas pela marca.

Empresas que conseguem realizar isso, vão se destacar em meio a concorrência.

Conclusão

Por fim, precisamos compreender que o phygital é o futuro do marketing, e nós já estamos vivendo isso.

Diariamente surgem novas tecnologias, e essas são responsáveis por impulsionar a forma como os consumidores se relacionam com as marcas.

Como resultado, as ações voltadas à comunicação e marketing das empresas, também sofrem mudanças.

Precisamos quebrar essas barreiras na comunicação, tudo isso somada a uma inteligência artificial e levantamento de dados.

Logo, é primordial criar estratégias que estejam voltadas para o cliente e na experiência dele com a marca, de forma sólida e personalizada.

Para muitos especialistas, o phygital é o presente e o futuro da experiência do consumidor.

E se você quer aprender mais sobre Marketing Digital, assine a nossa newsletter e receba muitos conteúdos exclusivos diretamente no seu e-mail.

Marketing no Instagram: 7 dicas para você colocar em prática

Marketing no Instagram: 7 dicas para você colocar em prática - Inspire

O Instagram é uma das redes sociais mais populares do mundo. Ela abriga potenciais clientes para a sua empresa, possui ferramentas gratuitas e ainda te ajuda a ficar mais perto do público. Descubra como começar o Marketing no Instagram da sua empresa.

Qual a importância do marketing no Instagram para as empresas?

Como o próprio nome já adianta, as redes sociais foram feitas para que as pessoas socializem no ambiente on-line através de dicas, feedbacks ou até mesmo informações sobre a própria vida.

Cada rede social é voltada para uma proposta diferente, e o Instagram foi feito para que o usuário compartilhe fotos e vídeos com os seus seguidores. 

Quando se trata da estratégia de conteúdo de uma empresa, podemos dizer que o Instagram possibilita que as marcas se conectem com os seus leads (possíveis compradores), fãs e clientes de maneira humanizada, isso gera maior empatia e contribui para aumentar o engajamento na rede.

Marketing para Instagram: 7 dicas para você colocar em prática - Inspire

Em outras palavras, o Instagram serve para aumentar o alcance do seu negócio e impulsionar a visibilidade da sua empresa de forma mais estratégica.

Marketing no Instagram: Por que investir nessa estratégia?

Atualmente, o público brasileiro é o segundo maior no Instagram, ficando atrás somente dos norte-americanos. São cerca de 1 bilhão de usuários ativos de diferentes comunidades, estilos e preferências pessoais e profissionais ao redor do mundo.

Segundo um relatório lançado pela Fast Company, os usuários do Instagram interagem 15 vezes mais do que no Facebook, e passam mais de duas horas por dia na ferramenta. Além, disto, o próprio Instagram revelou que: 

● 60% dos usuários descobrem novos produtos no aplicativo; 

● 73% dos usuários acompanham as marcas que gostam; 

● 57% dos usuários querem ver conteúdos de marca autênticos; 

● 61% dos usuários seguem marcas que não consomem, mas que fazem um conteúdo interessante. 

Estes dados só confirmam que o Instagram pode gerar inúmeros benefícios para a imagem e visibilidade da sua empresa no meio digital, resultando em boas oportunidades de negócio. 

Marketing para Instagram: 7 dicas para você colocar em prática - Inspire

Não à toa, o Instagram lançou já no final de 2016, uma ferramenta voltada para as marcas, o Instagram for Business. Conheça um pouco mais sobre ele. 

Instagram for business

Instagram for Business é a ferramenta dentro do aplicativo do Instagram que possui métricas que ajudam você a acompanhar em tempo real os dados fundamentais sobre o desempenho da sua marca nesta rede social. 

Além disso, o Instagram for Business também permite que você conheça seu público e os horários de maior interação, ajudando você a planejar a sua linha e calendário editorial

Marketing no Instagram: 7 dicas para você colocar em prática - Inspire

Entre os outros benefícios da ferramenta, vale dizer que com ela é possível disponibilizar o contato da sua empresa diretamente na biografia, adicionar CTAs que convidam o usuário a interagir com as publicações, e ainda fazer uso da guia de compra, que se assemelha a um catálogo de produtos dentro do seu perfil. 

Agora vejamos as 7 dicas para fortalecer a sua marca no Instagram.

7 Dicas para você colocar em prática no Instagram

Agora que você já entendeu a importância do Marketing no Instagram, confira quais são as dicas que separamos para você.

Marketing no Instagram: 7 dicas para você colocar em prática - Inspire

Dica 1: Defina sua Linha Editorial

Antes de começar com as postagens no Instagram, defina qual será a Linha Editorial da sua marca. Ela é um documento que diz como, quando e sobre quais assuntos a sua empresa irá falar nesta ferramenta. 

Três perguntas-base para você responder e começar a sua Linha Editorial podem ser: 

● Quais são os assuntos mais relevantes para o meu público-alvo e quais deles tenho propriedade para falar? 

● Destes temas, quais deles as pessoas engajam melhor? 

● Qual é a linguagem que mais combina com a minha marca e com o meu público-alvo? 

Além disso, é interessante que você preveja situações futuras, como o surgimento de modas com memes e coreografias, ou até mesmo crises no seu setor e pontue se a sua marca irá participar ou até mesmo se posicionar. 

Outro ponto importante é a sazonalidade: é importante que aqui você também defina quais as datas significativas para o seu setor, se a sua empresa irá se manifestar com ela e qual o formato desta publicação. Isso vai ajudar – e muito! – na hora de montar o calendário editorial para o Instagram. 

Dica 2: Invista em Branding

Não se esqueça de que o Instagram também é um (valioso) ponto de contato da sua marca com o consumidor. Sendo assim, utilize estratégias de branding para aumentar a autoridade da marca na rede social.

Alguns recursos do Branding são:

  • Tom de voz  – uso de linguagem com palavras e jargões característicos da sua empresa.
  • Identidade visual – coloque ícones que estão presentes nos seus materiais, site e até mesmo nos e-mails marketing.
  • Paleta de cores – Um recurso muito utilizado principalmente no feed são as definições de cores da sua marca.

Portanto, use os conceitos de branding na comunicação do Instagram, assim, será lembrado pelas características fortes da sua marca, gerando autoridade.

Dica 3: Seja constante, quem não é visto não é lembrado.

Para isto, defina o calendário editorial. Esta estratégia de conteúdo para o Instagram vai te ajudar a ser visto, lembrado e ainda desenvolver uma relação ainda mais sólida com o seu público. 

Uma boa maneira de segmentar o seu calendário de postagens é com a regra 80/20. Ao segui-la, você deve ter em vista que 80% dos conteúdos serão voltados à autoridade e conexão com o cliente e apenas 20% realmente terão o foco em vendas. 

Ter um calendário de postagem ajuda na visão holística da produção de conteúdo, mas isso não quer dizer que ele deva ser levado a ferro e fogo. 

Marketing no Instagram: 7 dicas para você colocar em prática - Inspire

Outra dica importante é: publique seu material em diferentes horários, principalmente nos Stories. Há pesquisas que indicam que o melhor momento para publicar no Instagram é entre às 07h e às 21h, mas sugerimos que você teste o que funciona melhor com o seu público. Afinal, as pessoas possuem rotinas diferentes, não é mesmo? 

Veja algumas outras dicas que separamos para você: 

● Se o segmento da sua empresa for B2C (cliente final), aposte nas postagens aos finais de semana;

● Se o segmento da sua empresa for B2B (empresas), programe todas as postagens para horários fora do período comercial. Á noite e um pouco antes do horário do almoço são sempre uma boa ideia; 

● Quartas e quintas-feiras aparentemente são melhores para o engajamento;

● Postagens entre 15h e 16h geralmente trazem resultados mais fracos. 

O Instagram é uma rede social altamente interativa e é interessante que a sua marca esteja por dentro dos assuntos do momento. Ou seja, aproveite-os para ter uma comunicação mais espontânea com o público!

Dica 4: Humanize seu conteúdo

É importante lembrar que quanto mais autêntica e criativa for a sua publicação, mais próximo o seu potencial cliente estará. 

Humanize o seu conteúdo e mostre que a linha editorial da sua marca também é feita por pessoas. Se puder, escolha um integrante da equipe para ser o porta-voz e conversar com o público. Conte a história dele. 

Marketing no Instagram: 7 dicas para você colocar em prática - Inspire

Pesquisas mostram que cada vez mais pessoas acreditam em pessoas, e não em marcas.

Dica 5: Use todas as ferramentas do Instagram para expandir seus canais

O Instagram vai além do simples compartilhamento de fotos e vídeos no feed. Conheça algumas ferramentas que podem potencializar seus resultados:

Instagram Stories

Com o objetivo de promover maior interação entre os usuários, o Instagram Stories é composto por fotos e vídeos que desaparecem após 24 horas. 

Marketing no Instagram: 7 dicas para você colocar em prática - Inspire

São várias as possibilidades e motivos que vêm fazendo do Instagram Stories uma estratégia cada vez mais interessante para os negócios. Dentre eles, podemos enumerar: 

1. A comunicação de ofertas que duram 24 horas; 

2. A apresentação de novos produtos, que pode ser salva nos destaques; 3. A aproximação com o público ao mostrar o dia a dia da empresa; 

4. A facilidade em abrir enquetes, caixas de perguntas e compartilhar conteúdos. 

Além disso, o Instagram Stories funciona como um “storytelling da vida real”, engajando e proporcionando maior identificação com a marca.

Direct Messages

Também conhecidas como Directs, as mensagens diretas podem ser uma forma eficaz de criar uma conexão maior e mais próxima com os seguidores. 

Com elas você pode enviar textos, vídeos, fotos e até mesmo áudios, e somente quem está neste fluxo consegue ver. Assim, você consegue conversar com o cliente de maneira mais assertiva e fazê-lo, inclusive, evoluir mais rápido no funil de vendas

Marketing no Instagram: 7 dicas para você colocar em prática - Inspire

Esta ferramenta também pode ser utilizada para se conectar com pessoas influentes no seu ramo de atuação.

Já pensou enviar um direct para alguém do mesmo segmento e começar uma parceria?

Reels

Lançado em julho de 2020, o Reels é uma ferramenta lançada para concorrer com o TikTok, plataforma vizinha. 

Seus vídeos rápidos de até 30 segundos são fáceis de produzir e garantem maior alcance para as contas que utilizam o recurso. 

Marketing no Instagram: 7 dicas para você colocar em prática - Inspire

Além disso, os Reels garantem maior aproximação com o público: você pode, por exemplo, optar pelo humor ou pelos challenges da moda para conquistar os seus clientes e divulgar seus produtos ou marca. 

Aqui, o importante é usar a criatividade!

Lives

As lives são uma das opções mais simples, práticas e baratas para se comunicar com o público, porque bastam alguns toques no smartphone para que você esteja disponível ao vivo para todos os seus seguidores. 

Com as lives você entra em contato com a base de fãs em tempo real, podendo estabelecer conversas ainda mais efetivas. Você pode, por exemplo, fazer demonstrações, apresentar lançamentos e responder perguntas ao vivo sem a necessidade de grandes produções.

Como os seguidores podem comentar ou até mesmo abastecer uma caixinha de perguntas, os usuários se sentem exclusivos, íntimos e privilegiados de estarem participando desta conversa e recebendo as informações em primeira mão. 

Além disso, você pode convidar os seus parceiros para participarem da live. Assim, por exemplo, um representante da sua empresa pode conversar com outro de outro negócio e os clientes respondem em tempo real sobre o que pensam do assunto. 

Esta é uma maneira de não só promover a interação, como também aparecer para o público de quem está dividindo a live com você, e, quem sabe, ganhar novos seguidores. 

Para que as suas lives sejam ainda mais visualizadas, pergunte aos seus seguidores quais os melhores horários para realizá-las. Depois, capriche na divulgação. Quando a transmissão acabar, não se esqueça de salvar este vídeo e compartilhe-o em seu perfil: os seguidores que “ficaram de fora” irão adorar acompanhar tudo depois.

IGTVs

O IGTV é uma das novidades do Instagram e pode ser acessada tanto na ferramenta quanto fora dela.

Ele permite a exibição de vídeos com até 10 minutos, ou até 60 minutos para quem tem a conta verificada (selinho azul). 

Estes vídeos podem ou não ser frutos das lives. 

Assim como o Stories, TikTok ou Snapchat, os vídeos do IGTV são preferencialmente verticais, melhorando cada vez mais a experiência mobile do usuário. 

Estes vídeos podem ser encontrados quando alguém entra na aba “IGTV” do Instagram da sua marca ou aleatoriamente, quando os algoritmos do Instagram entendem que a sua publicação é uma boa opção para o público, assim como acontece no Youtube. 

Marketing no Instagram: 7 dicas para você colocar em prática - Inspire

Você pode utilizar a ferramenta para divulgar produtos e serviços de maneira mais elaborada, fazer tutoriais para explicar ou inspirar e até mesmo promover webinars com palestras gratuitas, gerando ainda mais senso de autoridade para a sua empresa.

Dica 6: Use hashtags

Assim como as palavras-chave, as hashtags ajudam a categorizar o conteúdo.

Isso porque quando você usa o famoso “jogo da velha” antes de uma palavra, automaticamente está criando um hiperlink para hospedar a sua publicação ao lado de outras com a mesma característica. 

Desta maneira, pessoas que procuram por esta palavra ou tema conseguem chegar mais facilmente até a sua publicação. 

As hashtags fazem com que o público associe a imagem da sua empresa ou produtos àquela expressão, fazendo do seu conteúdo uma referência no mercado. 

Uma boa forma de bombar com esta ferramenta é utilizando a hashtag interativa: você cria uma hashtag com o nome da sua empresa somada a alguma de suas expressões-chave e incentiva o uso dela pelos usuários, que se tornarão verdadeiros promotores da marca. 

Mas não se esqueça: esta hashtag deve ser clara e não muito longa. Além disso, é importante lembrar que você deve: 

● Ser sucinto: 5 hashtags bem pensadas são melhores que 15 aleatórias; 

● Evitar palavras que já são muito utilizadas. Elas se perderão facilmente; 

● Evitar spams e só comunicar o que de fato for relevante para a imagem publicada;

  • Não use hashtags banidas, elas podem prejudicar o alcance dos posts.

Dica 7: Utilize CTA em seus conteúdos.

Como você já sabe, os call to actions (CTAs) convidam o leitor à ação. 

Geralmente eles vêm acompanhados de um hiperlink, que ainda é uma ferramenta restrita no Instagram. Isto torna o uso dos CTAs um pouco mais complicado, mas não impossível. 

Para chamar os usuários para a ação dentro do Instagram, convide-os a acessarem o link na biografia, que fica na parte inicial da sua página. 

Utilize a criatividade e promova códigos promocionais específicos para estas postagens, ou ainda convide o usuário para continuar a conversa nos comentários. Neste meio tempo, peça para ele curtir ou salvar a publicação caso tenha se interessado. Isto irá ajudar no seu engajamento. 

Você se lembra das hashtags? Fazer um CTA para incentivar que o usuário poste uma foto com a hashtag da sua marca pode ser um ponto alto da sua estratégia de conteúdo.

Conclusão

Se você é dono do próprio negócio ou responsável pelo marketing de uma empresa, não deixe de investir em uma Linha Editorial para as suas redes sociais, principalmente para o Instagram. 

É uma estratégia de conteúdo simples, com baixos custos e muitos resultados. 

Nada adianta fazer todas estas estratégias de marketing no instagram se você não tiver uma base sólida de leads. Todas as conversões que você puder ter nesta rede social, deverá ser direcionada para uma base externa, assim você garante que seus seguidores recebam e-mails e convertam em vendas. 

Quer saber mais como construir uma base de leads através das estratégicas de marketing no Instagram? Clique no link abaixo para baixar nosso ebook gere leads sem dor de cabeça.

Como fazer um fluxo de nutrição ideal para sua empresa

fluxo de nutrição ideal - Inspire Digital

Se você ainda não está familiarizado com o termo, saiba que fluxo de nutrição é uma estratégia de marketing dentro do Inbound Marketing. Ela busca construir ou melhorar o relacionamento com o seu cliente.

Nela, uma sequência de e-mails automatizados é enviada de tempos em tempos para um grupo específico com o propósito de atingir um determinado objetivo. Este objetivo pode ser o conhecimento de um novo produto ou serviço, a aproximação ou até mesmo a conversão dentro dos estágios do funil. 

Se você ainda tem dúvidas sobre o assunto, não deixe de conferir o nosso post Como usar o fluxo de nutrição em sua estratégia de marketing?

Aqui nós vamos te ensinar como fazer um fluxo de nutrição para as suas campanhas de Inbound Marketing

Como criar um fluxo de nutrição ideal para a sua estratégia de Marketing?

Como você já deve imaginar, a base de todo bom relacionamento é a frequência. 

A parte boa é que já existem ferramentas completas de automação de marketing que cumprem esta tarefa. 

Elas nada mais são do que um software que centraliza as regras, informações e conteúdos cadastrados em cada fluxo do processo de vendas, que dispara os e-mails conforme você programar. 

As ferramentas de automação de marketing também te ajudam a analisar as métricas dentro do funil de vendas e ver onde cada um dos seus consumidor.es está. 

Através delas você pode, por exemplo, apresentar um novo produto, enviar materiais que mostram o porquê de aquele produto ser especial e ainda fazer um lembrete para dizer que o seu cliente esqueceu de finalizar a compra. Este fluxo de nutrição também é conhecido como régua de relacionamento. 

O trabalho do especialista, então, será a inteligência humana que irá fazer a gestão dos cinco tópicos que falaremos a seguir.

Defina qual o seu objetivo e suas estratégias

Ao começar a desenhar um fluxo de nutrição, tenha em mente qual objetivo deseja alcançar Ele guiará as etapas a seguir, permitindo que você acompanhe os resultados de maneira mais clara e eficaz. 

O objetivo da sua estratégia pode ser quantitativo ou qualitativo. Veja alguns exemplos do que você pode alcançar com seu fluxo de nutrição: 

  • Acelerar as vendas em X%;
  • Transformar leads em clientes;
  • Coletar informações sobre os contatos e conhecê-los melhor;
  • Esclarecer dúvidas sobre um produto ou serviço;
  • Apresentar um novo produto-desejo;

Com o objetivo em mãos, é hora de desenhar a estratégia. 

Converse com os vendedores e entenda quais são as situações mais recorrentes relacionadas a este objetivo. É em cima dessas solicitações e dúvidas que você vai trabalhar! 

Também é importante lembrar que todo fluxo de nutrição tem um começo e um fim. 

Se o objetivo for vender um produto, não desvie a atenção para outros. Eduque o seu leitor a considerar esta opção através de um marketing de conteúdo com newsletters, promoções e materiais ricos, e você terá o resultado que tanto deseja. 

Tenha uma base de e-mails própria

Comprar uma base de leads pode ser um movimento arriscado para o seu negócio. 

O primeiro passo para ter uma base de e-mails própria é gerar o desejo para que o seu público queira estar nela. 

Sendo assim, invista na captação. Mostre ao seu cliente que você tem as soluções que ele deseja, e que basta informar o e-mail (autorizando você a iniciar esta conversa) para que ele receba conteúdos e benefícios exclusivos. 

Posts orgânicos e patrocinados nos blogs e redes sociais são uma ótima maneira de divulgar o seu trabalho. Mas não se esqueça: você deve instigar a curiosidade. Não entregue o ouro de uma vez!

Diga, por exemplo, que a solução que o seu lead procura vai chegar por e-mail. Ele se cadastra na sua plataforma e assim você começa a construir a sua própria base. 

Conheça sua persona e seus estágios do funil

Fluxo de nutrição - Inspire Digital

Imagine que você acaba de se mudar para uma nova cidade e um colega de trabalho te convida para uma reunião com amigos que ele conhece há anos. É um território totalmente desconhecido, mas você aceita. Ao chegar lá, te apresentam Carlos, um empresário do ramo hoteleiro, que te conta que jogou rugby até o terceiro ano de faculdade. 

Desta maneira pode ser muito mais fácil puxar um assunto com Carlos, alguém que você acabou de conhecer. Fale sobre a sua última viagem, ou até mesmo conte que não entende nada sobre esportes. 

Com o fluxo de nutrição é a mesma coisa. Ter contato com um público que você quase não conhece pode ser desafiador. 

É por isso que existem as buyer personas, que são personagens criados em cima de pesquisas demográficas. 

Elas são (literalmente) a personificação de grupos que ajudam você a segmentar a sua base de dados sob algum critério que torne esses contatos semelhantes. Carlos é uma persona. 

Essa segmentação pode ser feita de acordo com a atuação ou cargo do lead, seu estágio no funil de vendas, ou até mesmo os conteúdos que essa pessoa já interagiu. Tudo depende das informações que são relevantes para  seu negócio. 

Procure reunir o maior número de dados possível! 

Com a segmentação em mãos, você pode identificar:

  • Qual a melhor linguagem a ser utilizada;
  • Quais são as palavras-chave relacionadas à sua empresa que se destacam neste grupo;
  • Quais são os lugares físicos e on-line que este grupo frequenta; 
  • Quais são os temas mais relevantes para este público;
  • Através de qual formato essas pessoas preferem se comunicar? Pode ser com textos longos, tweets, infográficos, ou até mesmo mensagens no celular;
  • Quais as necessidades e questões deste grupo de pessoas.

Agora que você já sabe sobre as pessoas que estão em contato com a sua marca e quais são suas personas correspondentes, fica mais fácil traçar uma estratégia de marketing eficiente. 

Invista na personalização de conteúdo e entregue materiais diferentes de acordo com as características de cada lead. 

Crie um calendário editorial e defina a frequência de disparos 

Planejar as sequências e prazos para o envio destes conteúdos é essencial para um fluxo de nutrição bem-sucedido. O calendário editorial da sua marca pode até ser o mesmo para todas as personas, mas ele não deve passar por cima do seu objetivo criado para cada uma delas. 

Se você tem um calendário editorial macro e deseja que todos recebam as novidades da sua empresa, lembre-se de estudar a forma com que esse tipo de mensagem irá chegar até as personas sem interferir no fluxo de nutrição. 

Como você já sabe, é necessário criar uma sequência de e-mails para desenvolver o relacionamento. Ela não pode ser espaçada ao ponto de cair no esquecimento e nem muito rápida a ponto de virar spam. 

Pensando nisso, saiba que geralmente utilizamos um intervalo de 2 a 5 dias entre um e-mail e outro dentro do mesmo fluxo de nutrição. Este espaçamento deve ser definido com base no seu objetivo e na observação do comportamento dos leads.

Isso significa que você pode utilizar os outros dias para comunicar outras coisas, mas que deve tomar cuidado para não sobrecarregar. 

Garanta que a sua empresa permaneça viva na memória dos clientes! 

Analise os resultados e faça otimizações 

Desenvolver um fluxo de nutrição só fará sentido para a sua estratégia de marketing se você acompanhar o efeito que ela causa no relacionamento da sua empresa. 

É por isso que as métricas devem ser acompanhadas periodicamente. 

Sugerimos que você as acompanhe quase diariamente sempre que lançar um novo fluxo. Assim você detectará as falhas e oportunidades para melhorar o seu conteúdo logo no começo. Depois, separe um tempo para emitir relatórios mensais, trimestrais ou anuais conforme a sua necessidade. 

Como analisar as métricas do fluxo de nutrição?

Fluxo de nutrição - Inspire Digital

Listamos 4 dos principais indicadores para você adotar no seu fluxo de nutrição. Veja como trabalhar com eles: 

  1. Taxa de abertura

Como o nome sugere, a taxa de abertura mostra quantas pessoas abriram o seu e-mail. 

De extrema importância, ela é uma das principais métricas que você deve analisar a cada publicação enviada. Ela indica o quão atrativo é o assunto do e-mail marketing e qual a fatia de pessoas que realmente tiveram acesso à sua mensagem. 

Se a taxa de abertura está alta, significa que você está fazendo um bom trabalho. Já se a taxa de abertura está baixa… É sinal de que o assunto do seu e-mail poderia ter sido melhor. Afinal, o seu e-mail não foi lido!

Na hora de calcular a taxa de abertura, basta seguir a fórmula: 

nº de pessoas que abriram o seu e-mail x 100 / nº de pessoas que receberam este e-mail 

Para você ter como base: os e-mails de um fluxo costumam ter uma taxa de abertura entre 30% e 50%.

  1. Taxa de cliques

A taxa de cliques mostra a porcentagem de usuários que clicaram em cada um dos links do seu e-mail. Ela serve para mensurar a eficiência dos seus call-to-actions. 

Para calcular a taxa de cliques, utilize a seguinte fórmula:

nº de pessoas que clicaram no seu link x 100 / número de pessoas que receberam este e-mail

Tenha como base: a taxa de cliques normalmente está entre 3% e 5%. Um número menor do que este significa que você deve testar outros tipos de CTA. 

  1. Taxa de descadastro

A taxa de descadastro mostra o desinteresse do público em relação aos seus e-mails marketing. É importante analisá-la para avaliar se a frequência e o conteúdo das mensagens passaram a não interessar os leitores. 

Ao calcular a taxa de descadastro, utilize a fórmula: 

nº de pessoas que se descadastraram x 100 / nº de pessoas que receberam este e-mail

É importante lembrar que se um e-mail possui uma taxa de descadastramento maior do que a taxa de cliques, significa que não só o seu objetivo não está sendo atingido, como também você está repelindo o destinatário. 

  1. Taxa de conversão

A taxa de conversão é a mais importante das estratégias. É ela quem mostra a eficiência do seu fluxo de nutrição.

Para calcular a taxa de conversão, utilize:

nº de pessoas que atingiram o objetivo final x 100 / nº de pessoas que completaram o fluxo

Quanto maior for o resultado, melhor!

Ideias de conteúdos para os estágios do Fluxo de nutrição

Fluxo de nutrição - Inspire Digital

Agora que você já sabe tudo o que é necessário para educar seus leads e fazê-los caminhar nas diferentes etapas do funil de vendas, veja alguns exemplos de fluxos simples que você pode implementar:

Fluxo de conversão 

Com o objetivo de incentivar o lead a realizar alguma conversão importante, como solicitar um orçamento ou efetuar uma compra, o fluxo de conversão tem como principal gatilho as páginas visitadas ou o download de alguma oferta de conteúdo. 

Este gatilho é baseado em algum conteúdo. É por isso que você pode criar mensagens personalizadas sobre o assunto em questão. 

Por ser algo personalizado, o lead fica mais propenso a interagir com os fluxos até alcançar o objetivo desejado. 

Veja um exemplo de como nutrir este fluxo:

Dia 1: Cliente demonstra interesse baixando um conteúdo ou favoritando o produto no site 

Dia 4: Disparo de e-mail com a oferta do produto

Dia 6: Disparo de outro e-mail comunicando oportunidade 

Fluxo de treinamento ou acompanhamento

Este fluxo tem como objetivo educar o leitor e otimizar os processos. Ele tem como gatilho a mudança de estágio no funil de vendas. 

Você pode utilizá-lo para recepcionar novos clientes e ambientá-los com a sua marca. Aproveite esta oportunidade para explicar como a sua empresa funciona e otimize o tempo da sua equipe de atendimento ao cliente. 

Veja um exemplo de como nutrir este fluxo:

Dia 1: Contato se transformou em cliente
Disparo de e-mail de boas-vindas com login de acesso à plataforma

Dia 2: Mostrar ao cliente como ele pode fazer melhor uso do seu ambiente

Dia 4: Enviar um guia de boas práticas na plataforma

Dia 6: Enviar um e-mail de avaliação do serviço

Fluxo de reconversão 

O fluxo de reconversão busca incentivar o cliente a realizar novas compras. É uma boa maneira de fidelizar os seus clientes e deixá-los encantados com a sua empresa. 

Nesse estágio você já tem muitas informações sobre o seu cliente, e de acordo com o ciclo da compra do seu produto ou serviço, você pode enviar conteúdos ou promoções que incentivam uma nova transação. 

Veja um exemplo de como nutrir este fluxo: 

Dia 1: Cliente comprou um produto 

Dia 31: Disparo de um produto similar ou complementar 

Dia 42: Disparo de cupom de desconto para produto similar ou complementar

Em resumo, 

Criar fluxos de nutrição pode parecer um bicho de sete cabeças, mas não é. Para isto, você precisa apenas traçar objetivos e estratégias de marketing para cada persona, e então partir para a automação ou segmentar o seu disparo de e-mails marketing. 

Não se esqueça que a análise e otimização também fazem parte deste processo. 

Gostou das dicas? Caso tenha alguma dúvida entre em contato conosco para mais informações sobre como implementar essa estratégia no seu planejamento de marketing.

Aproveite para seguir nosso Instagram e ficar por dentro de todas as novidades do mundo do Marketing .

O que é Copywriting? Escreva melhor usando gatilhos perfeitos!

Copywriting: Escreva melhor usando gatilhos perfeitos! Inspire Digital

Copywriting é a estratégia utilizada na escrita persuasiva. Ela é empregada na produção de conteúdos com foco em vendas, possuindo vários gatilhos mentais e técnicas direcionadas para a conversão do público-alvo. 

Nesse post, vamos te apresentar: 

● O que é copywriting 

● O que são gatilhos mentais e como utilizá-los 

● Técnicas de copywriting para a sua produção de conteúdo 

● Como programar o seu conteúdo baseado no funil de vendas. 

Afinal, o que é Copywriting? 

O copywriting tem um único objetivo: a chamada para a ação, o CTA. 

Copywriting: Escreva melhor usando gatilhos perfeitos! Inspire Digital

E se neste momento você estiver pensando que copywriting é o mesmo que redação publicitária, saiba que não é bem assim. Enquanto a redação publicitária tem como característica ser um “anúncio de venda suave”, o copy tende a ser objetivo, lógico e agradável. 

O produto do copywriting, ou seja, o texto final, é chamado de copy. Ele pode ser um anúncio, um formulário, newsletter, artigos, ou até mesmo um roteiro para telemarketing. 

Como você já deve ter lido, o profissional responsável pela produção destes textos é o copywriter. Como o nome em inglês sugere, é a união entre copy (“escrita autoral”) e writer (escritor). 

Atualmente, a atividade tem ganhado cada dia mais profissionais, que se especializam e invadem o mercado. 

Você é um deles? Também deseja saber como melhorar o seu conteúdo persuasivo?

Esqueça um pouco sobre o que aprendeu nas aulas de redação (principalmente se for jornalista!) e seja bem-vindo ao universo do Copywriting. 

Próxima parada: Gatilhos Mentais. 

Gatilhos Mentais: como usá-los nas estratégias de copy? 

Gatilhos mentais são mecanismos do cérebro, que ao serem ativados através de atitudes ou palavras, tornam mais rápido o processo de decisão. Eles permitem que o receptor consuma menos tempo e energia ao escolher o seu produto, evitando assim a busca por outras opções. 

Copywriting: Escreva melhor usando gatilhos perfeitos! Inspire Digital

No livro Armas da Persuasão– Como Influenciar e Não se deixar Influenciar, o psicólogo Robert Cialdini ressalta que o comportamento humano é governado por alguns princípios psicológicos fundamentais, que na maioria das vezes levam as pessoas a agirem de forma quase que automática. São eles: a reciprocidade, a aprovação social, a afinidade, a autoridade, a escassez e o compromisso. 

Estes princípios psicológicos são o que chamamos de gatilhos mentais. Na publicação, o autor fala sobre estes gatilhos e explica como é que eles se comportam em partes específicas do cérebro, se “instalando” e atuando na tomada de decisão. 

Em poucas palavras, funciona assim: a percepção de um gatilho mental é recebida diretamente pela parte emocional, que fica no sistema límbico da pessoa, provocando uma reação. Depois disso, o receptor racionaliza esta informação de maneira lógica, controlando o seu comportamento social e buscando razões para tomar tal atitude. Esta postura mais “fria e calculista” é função do neocórtex. É ele quem decide se o receptor realmente precisa do seu produto e confia na sua empresa. 

Os gatilhos mentais, então, vêm para tornar este processo mais rápido e assertivo. 

Confira os gatilhos mentais e como investir nestes artifícios na produção de conteúdo, tornando a sua escrita ainda mais persuasiva. 

Reciprocidade

É um gatilho que está ligado à troca emocional e consciente. Pode ser reconhecido no famoso ditado “gentileza gera gentileza”. Através dele, as pessoas se sentem pressionadas socialmente a retribuir um favor ou gentileza, principalmente se elas não estiverem esperando por isso. 

Para colocar o gatilho da reciprocidade em prática, experimente ajudar de verdade o seu cliente. Escute o que ele tem a dizer e ofereça benefícios como cursos, encontros com especialistas, ou até mesmo novas soluções para tal busca. 

Ele se sentirá com a necessidade de retribuir, e provavelmente ficará mais aberto às soluções que você tem a oferecer. 

Aprovação social 

O gatilho da aprovação social diz que nos influenciamos pelos outros ao tomar decisões, e quanto maior o número de pessoas optando por algo, maior o número de pessoas que tendem a optar. 

Os indivíduos estão condicionados a agirem de acordo com o todo. Cavett Robert diz que “Como 95% das pessoas são imitadoras e 5% são iniciadoras, são mais convencidas pelas ações dos outros do que por qualquer prova que possamos oferecer”. 

E como colocar o gatilho da aprovação social em prática? 

Experimente mostrar casos de sucesso de quem adquiriu o mesmo produto. 

Você ainda pode utilizar a técnica do “sente, sentiram, se deram conta” ao falar sobre as experiências anteriores. Mostre ao cliente que você sabe como ele se sente, diga à ele que outras pessoas também já se sentiram assim e mostre o benefício que tiveram ao contratar o seu serviço. 

Afinidade 

O princípio da afinidade diz que uma pessoa está socialmente mais disposta a se relacionar quando existe afeição, ou seja, quando ela sente que está em contato com alguém que é parecido consigo. 

Para colocar o gatilho da afeição em prática, acolha o seu cliente. Fale sobre particularidades, como nome, características e preferências, e espelhe o seu tom de voz. 

Autoridade 

O gatilho da autoridade sugere que o ser humano, por uma questão de respeito, esteja mais disposto a obedecer quem julga superior. 

Para colocar o gatilho da autoridade em prática, mostre o quão capacitado você e/ou sua empresa são. Ao escrever, procure ser objetivo e assertivo. Deixe visível toda sua trajetória profissional e educacional. O ambiente também conta muito: se, por exemplo, você estiver escrevendo para um site, garanta que o layout esteja de acordo com o tipo de serviço. 

Mas cuidado: demonstrar autoridade não significa dar as famosas “carteiradas”! Lembre-se do argumento da afinidade e converse de igual para igual. 

Escassez

Quantas vezes você já ficou mais triste por perder do que feliz por ganhar? 

Isso acontece porque o sentimento da perda é mais forte do que o do ganho. Na perda, nosso cérebro reage de forma emocional e tenta evitar essa sensação. 

E é exatamente aí que mora o gatilho da escassez: nele, as oportunidades aparentam ser maiores quando menos disponíveis, sendo uma boa maneira de acelerar o processo de decisão na hora da venda. 

Para colocar o gatilho da escassez em prática, fale sobre um benefício exclusivo, único ou por tempo limitado. Também fale sobre ações para grupos restritos. Você ainda pode, por exemplo, dizer que faltam poucos minutos para acabar aquela oportunidade tão desejada. 

Atenção! Fingir escassez é um dos piores erros que você pode cometer no seu negócio. Mantenha o compromisso e só comunique a oportunidade em produtos e ações que realmente tiverem esta característica. 

Compromisso 

O gatilho do compromisso está diretamente ligado ao da coerência. Isto porque ao se comprometer, a pessoa se sente pressionada a comportar-se de modo coerente com a missão assumida. 

E como colocar o gatilho da escassez em prática? 

Inicie a abordagem com perguntas que podem ser respondidas com um “sim”! Lembre-se de perguntar mais do que afirmar. Esta é uma boa maneira de fazer o cliente estabelecer pequenos compromissos. 

Se o ambiente for digital, brinque com questionários e formulários dando maior visibilidade aos CTAs positivos. Você irá se surpreender com a quantidade de conversões!

É importante lembrar que a ativação destes gatilhos vai além das palavras: ela acontece através de símbolos, lembranças e sensações. Sejam elas auditivas, gustativas, táteis, olfativas ou visuais. E está liberado: abuse da criatividade na produção de conteúdo para atrair os seus clientes! 

Copywriting na prática

Copywriting: Escreva melhor usando gatilhos perfeitos! Inspire Digital

Agora que você já sabe sobre quais são os gatilhos mentais e como utilizá-los, confira 7 técnicas de copywriting para a sua produção de conteúdo. E não se esqueça: um texto só pode ser classificado como copy se a sua escrita tiver como objetivo a conversão. Preparado para dar check

1. Conheça o seu público 

A abordagem ideal depende do público que você deseja atingir. 

É por isso que todo copywriter deve primeiramente conhecer as personas que representam o seu público-alvo, e a partir daí iniciar a produção de conteúdo voltado às aspirações, desejos e anseios do leitor. Desperte o gatilho certo na hora certa. 

Quanto mais completa for esta tarefa, mais eficaz será o seu copy. 

2. Crie títulos atraentes 

Atraia o leitor com poucas palavras, números no início do título ou até mesmo despertando a sua curiosidade com perguntas. Você também pode utilizar dados impressionantes, ou ainda seguir a fórmula clássica “ número + adjetivo + palavra-chave + benefício”. Um exemplo dela seria assim: “6 surpreendentes CTAs para melhorar seu copy”. 

3. Divida o texto em títulos, subtítulos e tópicos 

Esta técnica é chamada de escaneabilidade. Basicamente, ela permite que o leitor entenda rapidamente os temas abordados ao bater os olhos no texto , decidindo se irá ou não terminar de ler a página. 

4. Escreva um texto com pausas 

Deixe seus textos mais fluidos e fáceis de ler. Dê preferência às frases curtas e parágrafos de no máximo cinco linhas. A divisão por subtítulos que você viu no item anterior também auxilia nesta tarefa. 

5. Utilize palavras novas 

A não-repetição de palavras dá maior credibilidade, mostrando que o autor possui um grande repertório. 

6. Exemplifique 

Sempre que uma ideia parecer complexa, contextualiza-a. Utilize metáforas sempre que necessário. Isto fará com que o leitor se identifique, tornando os argumentos apresentados ainda mais convincentes. 

7. Invista no storytelling 

Storytelling é a arte de contar histórias e também uma das armas secretas no copywriting. 

Crie narrativas envolventes, apresente os conflitos do cliente e desperte os gatilhos desejados. Mostre que o seu produto é a solução.

A importância do copywriting nas estratégias de Inbound marketing 

Você conhece o funil de vendas? Ele é uma das principais ferramentas do Inbound Marketing e vai ajudar você a planejar a sua produção de conteúdo. 

Caso ainda não esteja familiarizado, saiba que o funil de vendas é um modelo estratégico que mostra todas as etapas da jornada do cliente: desde o primeiro contato com a sua marca (topo) até a concretização da venda, ou até mesmo no pós-compra. 

O funil de vendas é importante para você mapear as conversões e produzir seu copy de maneira mais assertiva, pensando em cada estágio. 

Funil de vendas: copywriting ideal para cada fase 

Copywriting: Escreva melhor usando gatilhos perfeitos! Inspire Digital

Topo do funil 

Também conhecido como Awareness, o topo do funil é o que chamamos de “etapa da consciência”. É nela que o consumidor identifica que tem um problema a ser resolvido, ou ainda que a sua empresa possui a solução que ele procura. Na maioria das vezes, é através dela que o potencial cliente chega até o seu negócio. Na imagem, o topo do funil está representado em azul claro. 

A função do seu copy nesta fase é mostrar que sua empresa é especialista no assunto. 

Utilize os pontos de contato da sua empresa para apresentar a organização e instigue a curiosidade para que o visitante se torne um lead. Utilize materiais ricos para converter o público e fazer com que ele “ande” para a próxima etapa do funil. 

Você pode: fazer posts de blog, transformar listas e dados em infográficos, produzir podcasts e alimentar com frequência as mídias sociais.

Meio de funil 

O lead que está no meio do funil deve ser ainda mais informado. Aproveite esta fase para conhecer mais o seu cliente e abordá-lo com um conteúdo personalizado. Se antes a ideia era apresentar sua empresa, saiba que agora é hora de esclarecer todas as possíveis dúvidas. O meio do funil está em vermelho na imagem. 

Uma boa prática nesta fase é limitar o acesso ao conteúdo. Peça para o visitante preencher formulários em troca de algo exclusivo. Este material pode ser uma régua de newsletters especiais, e-books ou até mesmo artigos mais densos, ricos em detalhes e informações sobre como resolver determinados problemas. 

Fundo do funil 

Este é o último estágio, mas não menos importante. No fundo do funil, que está representado em azul escuro na ilustração, o seu negócio deve se apresentar como a melhor solução no mercado. O potencial cliente que está aqui provavelmente já está analisando a concorrência e pronto para fechar negócio. 

Utilize seus canais para solucionar todas as dúvidas do comprador e facilite o processo de efetivação da compra. Nesta fase, você ainda pode apresentar cases reais de sucesso com detalhes da estratégia e pontos relevantes. 

Através da identificação, o lead verá que você pode fazer o melhor por ele. Além disto, ofereça webinars e demos (vídeos demonstrando o produto) para apresentar cada etapa desta parceria e efetivar a venda. 

Conclusão 

Como você pôde observar, a escrita persuasiva está nos mais diversos tipos de copy e todos eles guiam o potencial cliente às conversões desejadas. Basta utilizar o funil de vendas para planejar o conteúdo, conhecer as técnicas de copywriting para escrever de maneira mais assertiva e dominar os gatilhos mentais para saber como tocar o seu cliente.

Agora é a hora de aplicar todas as dicas nas suas estratégias! Acompanhe as nossas redes sociais para ficar por dentro de todas as novidades de Marketing Digital e receber mais conteúdos como este.

Os segredos do LinkedIn para pequenas empresas

os segredos do linkedin para pequenas empresas
Os segredos do LinkedIn para pequenas empresas

Se você ainda não investiu na apresentação do LinkedIn da sua empresa, é o momento de rever essa posição. Entenda o potencial que essa rede tem para o seu negócio!

O LinkedIn certamente é a rede social com o maior potencial para fortalecimento de networking que existe atualmente. No entanto, o que se observa muitas vezes é que várias pessoas criam páginas por lá (sejam pessoais ou sobre a empresa), mas não cuidam daquele espaço como deveriam.

Para que você tenha uma ideia do potencial de alcance dessa rede, vale a pena ressaltar alguns dados. Segundo informações da própria plataforma, o LinkedIn conta hoje com 645 milhões de usuários. Além disso, 50% do tráfego na rede, com origem em redes sociais de negócios B2B, vem do LinkedIn. A rede é a escolha de 91% dos executivos para divulgação de conteúdos de seus segmentos. 

Poste, é importante que as pessoas saibam quem você é

Sendo assim, é essencial que sua empresa olhe com mais carinho para essa plataforma, dado o seu potencial de alcance. Por lá, você tem a possibilidade de compartilhar conteúdo relevante sobre a sua área de atuação, direcionar as pessoas para artigos interessantes, infográficos ou outros materiais no site da sua empresa, além de participar de discussões interessantes para agregar valor à comunidade que você faz parte. 

É importante ressaltar que a construção de valor se mede não só pelos produtos ou serviços que você oferece, mas também no conhecimento que você tem e está disposto a compartilhar. O LinkedIn é uma forma de demonstrar que a sua empresa não está “presa” a um discurso institucional. Ali é o espaço para interagir, criar elos importantes com potenciais talentos, clientes, parceiros. É um modo mais próximo de demonstrar à comunidade o que você tem de bom a oferecer. 


Somos humanos e gostamos da sensação de pertencimento

Você já ouviu falar em viés de familiaridade? O conceito diz respeito a um comportamento que temos e que inconscientemente influencia as nossas decisões. Tendemos a agir de acordo com aquilo que temos familiaridade. Nos agrupamos aos nossos semelhantes e tomamos decisões com base naquilo que nos identificamos. 

Em alguns aspectos, esse viés pode nos levar a decisões ruins (como acontece no mundo dos investimentos, em que muitas pessoas perdem boas oportunidades porque não estão dispostas a investir em produtos que não conhecem direito), por outro lado, o mesmo viés pode ser útil para que você construa laços mais sólidos com seus pares em uma rede como o LinkedIn. 

Postar conteúdo relevante e participar das discussões é uma forma de você fazer parte de um todo maior. Ser presente ali, mais do que contribuir com a comunidade, é uma forma de você nutrir uma rede forte e criar espaço com outros semelhantes ao redor do mundo. 

Como eu posso tornar o LinkedIn da minha empresa mais interessante? 

Recentemente nós criamos um guia para que você use o Instagram de forma estratégica. Pois bem, hoje é o dia de você aprender mais sobre como transformar completamente o seu LinkedIn. Montamos um material bem completo para que você entenda o passo a passo de como deixar o seu LinkedIn interessante para o público que deseja alcançar. Nele, você também vai aprender como explorar todas as ferramentas que a plataforma oferece. Clique abaixo para conferir o material completo e faça a sua empresa brilhar! 

Tudo que você precisa saber para transformar o Instagram da sua empresa

Tudo que você precisa saber para transformar o Instagram da sua empresa
Tudo que você precisa saber para transformar o Instagram da sua empresa

O Instagram é a rede social com melhor desempenho em termos de engajamento, de acordo com pesquisa recente. Entenda como cuidar do perfil da sua empresa.

Você entra no vagão do metrô e olha em volta, praticamente todos com os olhos nas telas dos smartphones. Entra em um café e o que encontra não é muito diferente. Quantas vezes já se deparou com aquela cena de ter uma sala repleta de gente que ao invés de interagir entre si, está focada no smartphone? E não há como negar: nesse processo de imersão online, o Instagram está entre os aplicativos mais acessados. Aliás, segundo pesquisa feita em 2019 pela Socialbakers, empresa de análise e desempenho de marketing digital, o Instagram é a mídia social que mais se destaca em termos de engajamento de usuários – à frente, inclusive, do próprio Facebook. O estudo levou em consideração dados de mais de 10 bilhões de conteúdos gerados por mais de 17 milhões de perfis de redes sociais. 

Presença digital: não fique fora do Instagram

Antes de mais nada, você precisa conhecer bem o público para o qual se direciona. Isso vai influenciar a linguagem visual que será adotada, o tom e a comunicação dos conteúdos, a frequência de postagens, os formatos adotados, entre outros detalhes. 

Use um perfil de Instagram comercial

Se você quer atingir bons resultados, é importante que a sua conta seja comercial. Além de demonstrar profissionalismo, você pode também aproveitar alguns recursos exclusivos para perfis comerciais, como a criação de uma loja virtual na plataforma. Se não quiser criar sua lojinha ali, você pode usar o link clicável  “Compre agora” nos seus posts e direcionar seu público para o seu e-commerce. 

Além dessas facilidades, a conta comercial fornece informações extremamente relevantes sobre o seu público, tais como impressão, alcance e engajamento dos posts. As análises também mostram informações de acesso por gênero, idade, localização, horários e dias com maior volume de acesso. Enfim, a conta comercial te permite acessar dados estratégicos para que você converse com seu público de forma cada vez mais assertiva.

Caso você tenha feito a conta da sua empresa como um perfil de usuário comum, é possível migrá-la para um perfil comercial (no link ao final do texto a gente te ensina como fazer isso). 

Seja claro e objetivo

Se nas legendas você tem mais espaço criativo para textos (o tamanho ideal varia muito de acordo com cada negócio e com o propósito que se quer alcançar), na bio é preciso prezar pela objetividade! Afinal, são apenas 150 caracteres para mostrar aos visitantes quem é você, onde está e o que oferece.

Cuide sua conta com carinho

De nada adianta produzir material para o Instagram se você não monitorar o desempenho de tudo com atenção e cuidado. Responda comentários, interaja com seus usuários, responda prontamente as dúvidas que surgirem.

Se você quiser saber mais sobre como transformar o Instagram da sua empresa, baixe o nosso checklist aqui!